segunda-feira, 2 de março de 2009

Curso de Jornalismo: Vem novidade por ai

Esta notícia me chegou por um colega virtual, o Yoham. Divido-a com vocês por entender que, mesmo no início das discussões, todos nós precisamos estar informados sobre o que pode acontecer no nosso meio. Aliás, o que esta comissão do MEC deseja criar agora não é nada surreal. Ao contrário, é o que o mercado de trabalho está precisando, e nós, professores, já estamos adiantando isso há anos. Mas quem será que ouviu?

Comissão do MEC busca formar jornalista multimídia

20/02/2009 |

Redação
Coletiva.net

Formar um jornalista multimídia é o novo objetivo do Ministério da Educação (MEC). A primeira reunião da comissão do órgão, criada para definir as novas diretrizes do curso de jornalismo, aconteceu nesta quinta-feira, 19. De acordo com o presidente da comissão, o professor José Marques de Melo, a meta é formar um jornalista que atenda a todas as exigências da atualidade. Melo ressalta a importância de um profissional que tenha habilidades nas mais diversas plataformas: impresso, TV, rádio e internet. “O currículo em si é uma identidade de cada universidade”, afirmou.

O professor ainda fala da possibilidade de o jornalismo se tornar um curso autônomo, independente da Comunicação Social. “Voltaremos às origens dos cursos de jornalismo criados nos Estados Unidos. Entender o jornalismo como um curso de Comunicação Social é um equívoco histórico”, afirma.

Três audiências públicas foram marcadas para debater o tema. Em março, o Rio de Janeiro recebe a comissão para conversar com as universidades. A segunda audiência será no mês de abril, em Recife. Os integrantes da comissão debaterão com os profissionais de mercado. Em São Paulo, acontece a última audiência, no mês de maio, destinada a debater o assunto com a sociedade em geral.

Fazem parte da comissão Alfredo Vizeu, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Eduardo Meditsch, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Lúcia Araújo, do Canal Futura; Luiz Gonzaga Motta, da Universidade de Brasília (UnB); Manoel Carlos Chaparro, da Universidade de São Paulo (USP); Sérgio Mattos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); e Sônia Virgínia Moreira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

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