domingo, 26 de abril de 2009

Temas difíceis no jornalismo infantil

Foi uma provocação. Durante as aulas sobre jornalismo infantil, instiguei os alunos de Jornalismo Especializado para que pensassem sobre como tratar de temas difíceis - mas atuais - como assédio sexual, pedofilia, estupro e aborto (entre outros expostos diarimente na mídia) para o público infantil, de 7 a 12 anos, que, se não lê muitos jornais e revistas, ouve noticiários no rádio e na TV.
O exercício não valia nota, mas eu queria que servisse de estímulo para que todos (re)pensassem como os veículos de comunicação estão tratando os leitores mirins, crianças que sofrem as maldades do mundo adulto, mas não são informados o suficiente para conseguirem se prevenir ou pedir ajuda.
Foram várias as surpresas boas, mas a exposta abaixo impressionou. As alunas Tamyres Araújo e Karol Veri se superaram. Elas criaram um panfleto, que também poderia ser uma página espelhada de jornal ou revista, onde abordaram os temas com um projeto gráfico atraente, uma abordagem direcionada e uma linguagem de fácil compreensão, mas sem ser simplista, reducionista ou abestalhada.
Parabéns meninas, o mercado está precisando de profissionais como vocês!



2 comentários:

  1. Tive a oportunidade de ver em minhas mãos. Realmente, o trabalho das meninas ficou muito bom!

    Grande criatividade e profissionalismo.
    Detalhe: Com direito a publicação em um jornal da região.

    Parabéns, Tamy e Karol!!

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  2. Olá, professora!
    Obrigada pelas palavras... confesso que fiquei lisonjeada.
    Quando o tema Jornalismo Infantil foi ministrado, me identifiquei com o assunto, acho que por gostar muito de crianças. Mas, quando foi dito que o trabalho seria sobre os ‘temas difíceis’... percebi que seria um pouco mais complicado do que imaginava.
    Deu trabalho, mas valeu a pena o esforço, com certeza!
    Obrigada pelo carinho. Abraços!

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