terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Para conhecer

Uma pessoa querida me disse, assim que soube do blog, que eu deveria me mostrar mais, postar "coisas" minhas para que as pessoas me conhecessem melhor.

Não é esta minha intenção principal. Mas pensei: se quero a participação dos colegas, com textos, preciso começar...

Então segue o primeiro, escrito há algum tempo, quando redescobri valores e modifiquei minha vida. Na busca pela minha "trilha do sol", fiquei certamente mais pobre, mas infinitamente, mais feliz.

Entendam o porquê:

Suicídio homeopático

Sabe o que é suicídio homeopático?
É madrugar, apressado, todos os dias da semana, engolir o café preto e frio, sair mastigando o pão amanhecido enquanto engata a marcha no carro que vai parar a poucos quarteirões.
É abrir a porta do carro, pedir para o filho saltar depressa na frente da escola sem tempo para um beijo ou uma palavra com os educadores - só para saber se realmente vai tudo bem e não se assustar nas reuniões de pais e mestres.
É chegar no serviço atrasado para bater o cartão e trabalhar por horas a fio sem levantar os olhos da mesa, oculto por pilhas de papéis burocráticos, palavras e números sem fim porque a competitividade exige.
É fazer descer, sem mastigar, o lanche que deveria ser almoço ou a marmita fria para dar tempo de voltar ao trabalho e dar conta do serviço, e ficar feliz ao final do mês se vier o salário, que sempre é mínimo. É “vestir a camisa” e fazer hora-extra e esquecer a família, amigos, lazer...
Suicídio homeopático é chegar em casa tão esgotado todos os dias que a única vontade é se desligar ligando a TV e quanto pior o programa, melhor, porque não faz pensar.
É dormir de cansaço, sem rezar.
É usar o sábado e o domingo para encher os supermercados porque durante a semana não deu tempo de fazer a compra.
É lavar, passar, cozinhar, fazer congelados porque a segunda-feira já vem.
Suicídio homeopático é o que alguns chamam de modernidade!
Mas há uma saída...

Assessoria de Imprensa - Há muito trabalho a fazer!

Este texto também se encontra no blog operariododireito, do advogado, mestre em Direito do Trabalho (e meu marido), Maurício de Carvalho Salviano. Lá, ele será usado para debater como o advogado deve trabalhar o processo da Comunicação, em especial no relacionamento com a mídia.

Aqui, nós jornalistas e estudantes de Jornalismo precisamos (re)pensar como demonstrar aos profissionais - como os advogados e outros mais - os benefícios de uma assessoria de imprensa, que nem de longe é só o que eles imaginam e mencionam neste artigo.

Leiam com atenção e lancem uma luz sobre a questão!

Sobre serviços de assessoria de imprensa para escritórios de advocacia

Oswaldo Pepe*

E-mail para um amigo que me pergunta sobre assessoria de imprensa para escritórios de advocacia e pede para lhe falar sem reservas, nem cuidados...

Prezado Amigo,
Aqui entre nós, que não nos ouçam, passo-lhe algumas observações sobre o tema "assessoria de imprensa para escritórios de advocacia":
1. Até hoje não vi nenhum escritório de advocacia explicar claramente porque deseja sair na imprensa.
2. Em geral a explicação é "mágica" ou têm conteúdos mágicos: saímos na imprensa, as pessoas (quem ?) vêem e aí aumenta a percepção do nosso escritório e eventualmente somos procurados por possíveis clientes.
Isto é uma fantasia. Não funciona assim.
3. Em geral as assessorias de imprensa dão seu trabalho por terminado com o clipping; o correto é o trabalho começar pelo clipping - este sim, um material de grande valor, em geral desperdiçado ou muito pouco aproveitado.
4. Falar com a imprensa - motivo da contratação de uma assessoria - requer um projeto de pelo menos médio prazo, com uma estratégia muito bem definida. Por exemplo: o que se pretende, porque, aonde se quer chegar e o que fazer com o clipping.
E - muito importante ! - que tipo de material será gerado para atender ao interesse do jornalista. E como manter este interesse.
Mas em geral as assessorias não conseguem se impor e acabam trabalhando no varejo do dia-a-dia, correndo atrás de publicar o que o cliente acha que é importante. Despachando releases... para manter o faturamento no fim do mês.
4.1. Relacionar-se com qualquer pessoa de fato, requer o estabelecimento de conhecimento e daí, de confiança. Portanto relacionar-se produtivamente com a Imprensa requer um processo contínuo de conhecimento até que se estabeleça confiança, trust.
Isto requer um projeto e tempo. Não se cria conhecimento e confiança senão com tempo.
5. Os advogados têm uma ilusão, voltando ao tema, que se saírem na imprensa vão se tornar mais conhecidos e assim vão ampliar sua base de clientes.
Para isto, precisam acreditar piamente na "idéia" de que seus públicos vão ler cuidadosamente as matérias aonde são citados, no dia em que são publicadas, no veículo que desejam. Isto dificilmente acontece.
O mais acertado é que definam seus públicos e se dediquem a se comunicar o mais diretamente possível com eles. Hoje não faltam instrumentos para tal, a um custo bastante razoável.
6. Não é comum eu recomendar serviço de assessoria de imprensa quando sou consultado por um escritório sobre o tema.
Isto porque, numa grande maioria dos casos, a comunicação do escritório não está formatada para interagir com a Imprensa. O que existe (quando existe) é uma série de ações isoladas, sem conjunto nem propósito, muitas vezes baseada no "acho que", "me disseram" ou na observação do que grandes empresas fazem em comunicação. Não há em geral a menor noção do que seja a comunicação adequada ao negócio.
6.1. Assim, quando chamado, analiso o escritório, seus profissionais, sedes, história, objetivos e proponho o mais básico dos básicos em comunicação. A saber.
O primeiro é o visual primário: espaço do escritório, arquitetura de interiores, qualidade da luz ambiente, pinturas e outras obras de arte, papelaria, site, música de espera, apresentações e outros materiais em papel - há uma conformidade, um conjunto ?
O que este material está "dizendo" sobre o escritório, que efeito vai provocar, que imagem quer transmitir ?
É fácil se impressionar com o material de outros escritórios; difícil é compreender como impressionar.
Dai vêm os textos, o conteúdo escrito. A personalidade, as expertises, as qualidades do escritório estão claramente expostas, sem o habitual palavrório que mistura texto publicitário com pretensa seriedade jurídica ? Já vi pelo menos umas duzentas apresentações em papel de escritórios: tudo igual, tudo maximizando, otimizando, diferenciando, insinuando a promessa de tirar leite de pedra... francamente.
Conteúdo de verdade, informação que se quer saber, nada. Só o mesmo padrão sem nenhum valor de fato. Vazio.
A verdade é que em uma grande parte dos casos, o escritório tem uma dificuldade considerável em se definir. E sem se definir com clareza, convenhamos, fica difícil se comunicar !
Portanto, é a hora de estabelecer um processo de redação dos textos que definem e orientam o escritório, as matrizes de comunicação.
6.2. Em seguida vem o óbvio: o escritório tem uma listagem de seus públicos perfeitamente organizada, cuidada e usada regularmente ? Clientes, amigos, prospects, jornalistas, colegas et cetera ?
Nunca têm. E pior, não têm a menor idéia de como usar em um processo regular de comunicação. E sem este instrumento - uma listagem azeitada - não há como começar a comunicação com ninguém.
6.3. Depois analiso os instrumentos de comunicação que estão sendo usados. E com base na história e histórico do escritório organiza-se um projeto que aproveitando o que há e a partir do que é, dê um sentido aos serviços de comunicação. Nada demais, repetindo, apenas o óbvio.
7. Mas o pior não é isso... O que tem acontecido, cada vez mais, é que em geral, em minhas análises de escritórios, é que o problema não é a comunicação.
A comunicação de escritórios é um trabalho básico, simples, fácil de fazer e com preços de mercado conhecidos. Só fazer isto bem feito já basta. O mercado ainda não exige mais e responde muito bem.
O que minhas análises revelam, em uma grande maioria dos casos é que o problema é:
- administração (processos, controles, atendimento, falta de definições, de visão, de foco no negócio do cliente e daí em diante);
e secundariamente,
- marketing específico para o setor: não há projeto, não há entendimento do que seja e consequentemente não há investimento anual, nem objetivos de médio e longo prazos.
Não raro recomendo a clientes de comunicação que olhem a máquina. É ali onde estão todos os problemas. E é ali que uma grande parte dos ganhos está sendo desperdiçada. Que não há comunicação que resolva. Muito menos uma pilha de clippings, que de fato só servem para afagar o ego dos publicados e aumentar o poder de pressão de quem sai publicado sobre a organização.
Mau negócio.
E aí que especialistas de administração e marketing de escritórios entram. Antes de qualquer comunicação. Ou junto - com apenas e tão somente o mais simples e objetivo na comunicação.
8. Repetindo e sintetizando, um procedimento básico é pedir ao seu interlocutor que deseja ou tem um serviço de assessoria de Imprensa, que explique com clareza - sem passes mágicos - porque um escritório precisa deste tipo de comunicação.
9. Para terminar, os advogados têm que saber que a Imprensa apenas ecoa o que de fato ocorre - em geral com erros e omissões - e sempre vai à reboque dos acontecimentos.
Pode ajudar em eventos de importância ou prestígio - cujos custos são igualmente importantes (...) - e certamente abrirá espaço para o saber jurídico de excelência. Aí não é necessária assessoria de imprensa, mas é recomendável.
Portanto se o advogado não é um professor reconhecido, escreveu livros importantes, tem uma presença institucional no setor considerável, assessora a feitura de leis e grandes negócios entre empresas, participa do conselho de vários organismos, é respeitado lá fora e tudo o mais, não tem porque se preocupar com a grande imprensa. Não é sua praia.
Tem que organizar uma comunicação do seu tamanho, com sua cara, objetivando informar a clientes e prospects de expertises claras e definidas que oferecem. Os veículos são muitos nesta época de comunicação digital. E bastante accessíveis.
Tem que procurar entender o cliente e seu negócio e se adiantar na apresentação de soluções; e tem que ter um excelente atendimento, presto, atento, ligado, respeitoso e proativo.
Mas aí, como venho dizendo neste longo e-mail não é mais caso de comunicação...
Um abraço, espero ter ajudado e que possamos estar juntos oportunamente,
Oswaldo Pepe
ps - Alguns leitores podem conjecturar que o exposto é apenas o que se sabe no mercado. E que não é fazendo as coisas by the book que se constrói um escritório, que se ganha uma grande clientela.
Podem argumentar, à boca pequena, que se fossem fazer tudo direitinho jamais teriam chegado aonde chegaram; há que achar atalhos, criar exceções, pular obstáculos, torcer a coisa para o seu lado, não aceitar o jogo como ele é e aqui e ali encurtar o caminho correndo pelo fio da navalha.
Que esperam invenção de uma assessoria, criar situações e conseguir destaques do que há, não do que deveria ser. Porque pagar pelo óbvio ? O que quero é criatividade, o impossível, o inesperado.
Têm razão. Não há ingenuidade (ou seriedade) que resista a este tipo de visão de mundo.
Porém, se for pensar, nestes casos não há necessidade de assessoria nenhuma. Poucas vão poder oferecer criatividade de fato e se ainda assim o fizerem, não é real, não vai durar e pior, vai acabar vindo à tona.
E pode até prejudicar, chamando a luz para situações, digamos, chiaro-oscuras.
Posso dizer, sem querer parecer enfastiado, que conheço muitos casos de gente que criou do nada, espetacularmente, de uma hora para outra, explorando e espremendo suas assessorias, uma boa presença na mídia - injustificada e falaciosa - acabando por cair fragorosamente; cedo ou tarde...
O mercado aceita o falso por um tempo, de fato, mas sem que se faça nada, o Falso, por ser o que é, acaba provocando sozinho o efeito que se espera dele: o Nada.
Daí resulta uma informação de um expert para os espertos: o segredo neste tipo de postura, de visão de negócios é manter-se em segredo. Não vão pensar que é possível manipular as trombetas da Imprensa.
Disto resulta o óbvio final. Comunicar em Advocacia é uma tarefa delicada que deve ser baseada em sua identidade real. Saber quem se é, é portanto o objetivo primário de sua comunicação.______________*Advogado

Prêmio de Jornalismo Ambiental

Colegas,

Para este prêmio há tempo de se preparar. Pautem-se, pesquisem, entrevistem, escrevam, corrijam e...vençam!

O 1º Prêmio Fiema Brasil de Jornalismo Ambiental visa a reconhecer o trabalho de jornalistas e as reportagens mais destacadas voltadas a assuntos relacionados à preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.
Art. 1º - DO OBJETIVO - O 1º Prêmio Fiema Brasil de Jornalismo Ambiental está sendo promovido pela Fundação Bentogonçalvense Pró-Ambiente (Proamb), organizadora da Fiema Brasil. A premiação irá salientar e enaltecer os profissionais e materiais jornalísticos veiculados na mídia nacional que se destacaram na promoção e desenvolvimento de ações voltadas à preservação ambiental e desenvolvimento sustentável.
Art. 2º - DAS CATEGORIAS - Serão premiados trabalhos de reportagem veiculados entre 1º de outubro de 2008 e 31 de agosto de 2009, individual ou coletivamente, por jornalistas ou radialistas profissionais registrados no Ministério do Trabalho, nas seguintes categorias:- Jornalismo Impresso/ Texto Jornal;- Jornalismo Impresso/ Texto Revista;- Jornalismo Impresso/ Fotografia;- Radiojornalismo; - Telejornalismo; - Documentário;- Webjornalismo/ Texto/Imagem/Áudio.
Parágrafo 1º - Será atribuída a Menção Especial Fiema Brasil a um profissional entre os jornalistas participantes em todas as categorias, concedido em função da relevância do trabalho desenvolvido.
Parágrafo 2º - As inscrição serão abertas em 1º de novembro de 2008 e encerradas em 31 de agosto de 2009.Parágrafo 3º - A entrega das premiações referentes ao 1º Prêmio Fiema Brasil de Jornalismo Ambiental será feita em evento a ser realizado no segundo semestre de 2009 em data ainda a ser agendada e previamente divulgada.
Art. 3o - DA COMISSÃO JULGADORA - Será coordenada por representante da Proamb/Fiema, sem direito a voto, e integrada por especialistas do jornalismo e da área ambiental. O grupo será previamente escolhido e divulgado.
Parágrafo único - Das decisões da Comissão Julgadora, que deliberará com um mínimo de quatro integrantes e também avaliara os casos omissos, não cabe recurso. A formalização da inscrição implica aceitação dos termos do presente Regulamento.
Art. 4o - DA PREMIAÇÃO - A premiação constará de troféus e prêmios em dinheiro no valor de R$ 50 mil divididos entre os premiados das sete categorias e mais o vencedor da Menção Especial Fiema Brasil.
Art. 5o - DAS INSCRIÇÕES - As inscrições para o 1º Prêmio Fiema Brasil de Jornalismo Ambiental deverão ser feitas até às 18h do dia 31 de agosto de 2009 através do endereço www.fiema.com.br/premiojornalismo e o material enviado para Rua Assis Brasil, 35, sala 101, CEP 95700-000 – Bento Gonçalves (RS).Importante : A partir de 2 de março o material deverá ser enviado para a Rua São Paulo, 505, CEP 95700-000, Bairro Borgo – Bento Gonçalves (RS).
Parágrafo único - Para trabalhos postados pelo Correio, valerá como comprovação do prazo o carimbo postal.
Informações complementares:a) Os trabalhos das categorias de Jornalismos Impresso deverão ser entregues em 3 (três) vias, sendo uma delas, pelo menos, em página(s) original(ais) da publicação. b) Na categoria Telejornalismo devera ser anexada cópia editada em meio digital em DVD, com data de exibição e duração, além de sinopse escrita do trabalho. c) Na categoria Documentário serão aceitas reportagens especiais, com mais de 10 minutos de duração. Deverá ser anexada cópia editada em meio digital em DVD, com data de exibição e duração, além de sinopse escrita do trabalho.d) Na categoria Radiojornalismo, os trabalhos deverão ser apresentados em meio digital editada, CD, com data de apresentação e duração, e sinopse escrita.e) Na categoria Webjornalismo os trabalhos deverão ter sido disponibilizados na internet antes do prazo de encerramento das inscrições e permanecer nesta condição até trinta dias após a divulgação dos resultados. Anexar a ficha de inscrição reprodução impressa do trabalho veiculado, além de indicação precisa para acesso.f) Jornalistas com atividade em produtoras independentes de áudio e vídeo e em veículos impressos ou eletrônicos de organizações não-jornalísticas poderão inscrever-se mediante atestado de comprovação da veiculação;g) Quando em série, cada parte do trabalho deverá ser montada separadamente.h) Não poderão inscrever-se integrantes de diretoria de quaisquer das entidades integrantes da Comissão Julgadora.

Prêmio de Jornalismo da Massey

Colegas,

Não custa nada tentar. Revisem seus textos e não tenham medo. Há muitos valores entre nós!



http://www.massey.com.br/premiojornalismo/index.asp

Prêmio 3M

Coleguinhas,
Tenho certeza que vocês conseguem.
Boa sorte!

http://solutions.3m.com.br/wps/portal/3M/pt_BR/Instituto3M/Home/NoticiasEventos/Premios/

Prêmio ABRACOPEL

Mais um concurso, com novo tema. Aproveitem!

http://www.abracopel.org.br/?s=interna&t=noticias&id=78