sábado, 29 de agosto de 2009

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Roberto Hirao, ombudsman da Folha da Tarde entre 1992 e 1994, lança o livro “70 Lições de Jornalismo: Colunas do ombudsman da Folha da Tarde”, pela Publifolha, neste sábado (29/08), em São Paulo.
Trata-se de uma coletâena de 70 colunas de Hirao durante dois anos de trabalho no jornal do Grupo Folha, com observações críticas e rigorosas sobre as matérias publicadas no veículo. A obra aborda também o tratamento da Folha da Tarde em fatos que vão do impeachment de Fernando Collor ao tetracampeonato da seleção brasileira de futebol. Em uma das colunas o ombudsman questiona a publicação da imagem do suicídio de uma estudante na Faculdade de Direito do Largo São Francisco.
O autor do livro foi repórter, redator e diretor de Redação. Começou sua carreira no Última Hora e assumiu a editoria de Cidades da Folha de S.Paulo em 1973. Na Folha da Tarde foi editor e ombudsman.

Concursos públicos exigem diploma

O fim da exigência do diploma de jornalismo para o exercício da profissão ainda não atingiu a maioria dos órgãos públicos. Dos oito concursos abertos atualmente, todos exigem graduação específica.

Os valores pagos estão entre R$ 1.090,46 e R$ 6.611,39. Os órgãos com inscrições abertas são: Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (CE), Prefeitura de Caucaia (CE), Agência de Fomento do Estado do Amazonas, Câmara de Vereadores de Lajes (SC), Conselho Regional de Nutricionistas – 1ª Região, Companhia Pernambucana de Saneamento, Prefeitura de Santo Antônio do Monte, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. No total os concursos oferecem 20 vagas, oito efetivas e 12 para cadastro de reserva.

O concurso que oferece a maior remuneração é o do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, no Ceará. Para o cargo de Analista Judiciário, especializado em Comunicação Social, o salário é de R$ 6.611,39.

Em julho, logo após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o edital da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, foi alterado e passou a não exigir diploma para o cargo de analista em Comunicação Social.

Iniciativa contrária a da FINEP foi adotada pela Câmara Municipal de Maceió. No início desta semana, a Casa aprovou a obrigatoriedade da graduação em Jornalismo para a contratação de servidores pelos poderes Executivo e Legislativo da cidade. A lei se aplica aos cargos de comissão, jornalismo, publicidade e relações públicas, e espera apenas a sanção do prefeito para entrar em vigor.

*Retirado do Comunique-se