quinta-feira, 31 de março de 2011

Priscila, uma incógnita


Nunca soube ao certo qual curso escolher; é muito difícil pensar nisso quando se tem apenas dezessete anos. Quando era criança e me perguntavam “o que quer ser quando crescer” eu sempre dizia professora, porque era muito comunicativa, achei que serviria para ensinar. Sempre amei escrever redações e inibição, acho que nunca tive. Isso foi afunilando minhas opções para o jornalismo, creio que fiz a escolha certa. Amo o curso, a profissão ainda é cedo pra dizer, o futuro é uma incógnita.

Priscila Salas, 3o. semestre de Jornalismo do UniToledo (2011)

O sonho de Eric

Entrei na academia de jornalismo, pois gostava de ler e escrever; é um sonho utilizar a minha facilidade de comunicação em uma profissão.
Já com mais experiência, percebi que a ciência jornalística pode transformar o mundo e o entorno em que vivo.
Hoje tenho uma pré-disposição de tentar uma vida acadêmica dentro desta
ciência. Com ela posso fazer o exercício da busca pela verdade e pela busca
da notícia mais estrutural, notícia contida nas linhas do projeto.
Ser jornalista para mim é viver a vida tal qual os grandes comunicadores,
mas apenas algo me faz vivo, luto através da entidade de classe de
estudantes pela nova regulamentação do jornalismo, o que me coloca
diretamente de acordo com muitos companheiros que esperam a nova lei e a
regulamentação ocorrer.

Eric Costa e Silva, 3o. semestre de Jornalismo do UniToledo (2011)

segunda-feira, 28 de março de 2011

Adoro tudo isso

Eu outra vez recepcionando novo grupo de professores participantes do Programa Ler para Crescer, ligado à ANJ pelo Programa Jornal e Educação

Professoras participando das primeiras explicações

O repórter Jean Oliveira tira as dúvidas dos professores sobre sua profissão

Capacitação de professores

Olha eu recepcionando novo grupo de professores para capacitação na Folha da Região. Todos querem aprender como trabalhar com jornais em sala de aula. Ammmooo este trabalho!


O editor-chefe da folha, Milton Rodrigues, e eu falamos sobre o Projeto Repórter do Futuro, que pretende transformar os alunos das escolas públicas e particulares de Araçatuba e região em "repórteres por um dia"

Neila Storti (de frente, de xadrez), ex-aluna e hoje colega de trabalho, é minha parceira no Programa Ler para Crescer, de incentivo à leitura e à cidadania

Márcio Bracioli (sentado), ex-aluno e jornalista da Folha, explica como atualiza o portal para os visitantes

A amiga Ágatha Urzedo, colega de trabalho também no UniToledo, explica as funções de um editor para o grupo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Criador e criatura

Com o apoio do Ler para Crescer, levei a Folha da Região para a sala de aula do 3o. semestre de Jornalismo da Toledo. O objetivo era reconhecer e identificar os gêneros jornalísticos. O mais difícil foi convencer os alunos a sentarem no chão...

Jornal na sala de aula

Logo nos primeiros dias de aula, os alunos das três séries do Ensino Médio do Colégio Toledo, de Araçatuba, foram orientados como ler os jornais com proficiência. O tema faz parte das minhas aulas de Redação. Os jornais foram uma cortesia da Folha da Região por meio do Programa Ler para Crescer. Os jovens curtiram bastante. As fotos são de Rafael Lopes, assessor de imprensa do colégio

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Da série "E eu aqui tão longe"

Não posso ir em São Carlos, mas fica aqui a dica, o filme é booommmmm!!!



Abraços partidos



No sábado (26), às 20 horas, o cineclube do Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) da USP em São Carlos realizará a exibição do filme Abraços Partidos (Espanha, 2009, 128 minutos), de Pedro Almodóvar.

O filme conta a história de um diretor de cinema chamado Mateo Blanco, que há catorze anos sofreu um acidente de carro em que perdeu a visão e a amada Lena (Penelope Cruz). A entrada é gratuita, e o filme é recomendado para maiores de 14 anos. O cineclube fica na Rua Nove de Julho, 1227, Centro, São Carlos.

terça-feira, 22 de março de 2011

E eu aqui tão longe de novo....

Na sexta-feira (25), às 19h30, acontece o lançamento dos livros Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação e Educomunicação:construindo uma área de conhecimento, da autoria de professores da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.

No evento, que tem lugar na Livraria da Vila, haverá uma sessão de autógrafos com os autores Ismar de Oliveira Soares, Adílson Odair Citelli, Maria Cristina Castilho Costa, e coautores Maria Aparecida Baccega, Maria Immacolata Vassalo de Lopes, Solange Martins Couceiro de Lima e Roseli Figaro.

A entrada é gratuita. O evento acontece na Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena, São Paulo.


Estive com estes professores no ano passado durante encontro sobre Educomunicação, na USP. Eles são simplesmente demais!!!!

segunda-feira, 21 de março de 2011

E eu aqui, tão longe...

O jornalista, escritor e diretor de documentários Paulo Markun faz a conferência “Os Anos 70: Vladimir Herzog e sua Experiência Pioneira de Jornalismo Independente em uma Instituição Pública” na terça (22), às 13 horas, no Auditório Freitas Nobre da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.

O evento abre o ciclo de conferências Jornalismo, Liberdade e Direitos Humanos, que tem o objetivo de propiciar uma reflexão sobre o papel do jornalismo na promoção dos direitos humanos na sociedade brasileira. O ciclo é uma realização do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, do Departamento de Jornalismo e Editora (CJE) da ECA e do Instituto Vladimir Herzog (IVH).

A entrada é franca. O Auditório Freitas Nobre fica no prédio do CJE (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo). O evento terá transmissão ao vivo pelo sistema IPTV da USP.

Mais informações: (11) 3091-1678 (com Sandra Sedini), email sedini@usp.br

Agência USP

domingo, 20 de março de 2011

Olha a feira aí, gente!

Eu e minha boca grande...
Noite dessas, em um momento de descontração nas duas últimas aulas de sexta-feira (ufa!), comentei com a turma do 5o. semestre que eu era tão velha que "no meu tempo, aluno que queria agradar professor levava uma maçã e colocava na mesa dele".
Não deu outra. Fernanda e Bárbara orquestraram a brincadeira. Mal comecei a dar aula na última sexta-feira e os sorrisos foram aparecendo junto com bananas, maçã, pera e até um mamão. Foi hilário e triplamente delicioso: pelo presente, pelas frutas e pela nossa união. Adorei turminha...Mas, aproveitando, sempre quis uma Louis Vuitton...

No chão, já!

Semana feliz!
Aulas "pesadas", de muitos conceitos, com necessidade de inovação pra acordar quem trabalha o dia todo (e às vezes ainda viaja muitos quilômetros), e ainda tenta se manter firme nos cursos noturnos.
Com o apoio do Programa Ler para Crescer da Folha da Região, levei para a sala de aula, 20 exemplares de jornais para que os estudantes pudessem observar, na prática, onde são - ou não são - aplicados alguns conceitos da profissão.
Confesso que não foi difícil abordar os gêneros jornalísticos a partir de Luiz Beltrão e José Marques de Mello. A parte mais difícil da noite foi mesmo convencer a turma a trocar as carteiras pelo chão. Sim, porque as carteiras são pequenas, estreitas, impossível manusear o jornal como se deve em cima delas.
Entretanto, o modelo das carteiras enfileiradas com os alunos em cima é tão forte que quebrar esta rotina exigiu pelo menos uns três pedidos veementes para que eles trocassem os assentos pelo chão. Definitivamente, precisei "colocar legenda na foto".
Depois do primeiro espanto, muita descontração, riso e...trabalho. Ler, discutir, comparar, recortar, grifar, nomear...Valeu a pena, pelo menos pra mim.Em breve posto as fotos!

Marina, a blogueira!

Qual professor não torce pela realização dos seus alunos?
Eu mesma estou feliz pela Marina Migliorucci. Veja porque:


"Sempre quis fazer jornalismo, nunca existiu outra opção em minha vida. Mas infelizmente eu não tinha muita noção sobre o tanto de portas que essa profissão me abriria; achava que poderia trabalhar apenas no jornal impresso e na TV. Mas logo no primeiro ano, descobri que as coisas não eram bem assim. O jornalismo, ao contrário do que muitos pensam, tem um leque enorme..

No primeiro ano, tive a sorte de trabalhar durante seis meses com excelentes profissionais em um jornal de Araçatuba. Foi lá que descobri como o jornalismo é simplesmente maravilhoso e tive certeza de que tinha escolhido a profissão certa.

Sempre fui apaixonada por blogs, mas nunca tinha visto “ser blogueira” como uma profissão. Sempre entrei em vários blogs, e o jornal me ajudou muito nisso; um dos meus chefes sempre me influenciou a postar no blog que um dia eu teria o retorno esperado. Então, conheci o jornalismo cultural e o jornalismo feminino. Não teve jeito, foi amor à primeira vista. Tentei fazer alguns blogs, mas sempre desanimava, não levava a sério porque eu não via um retorno.

Um belo dia, concluindo a minha rotina de visitar meus blogs favoritos, leio um anúncio “Precisamos de colaboradores para o blog”. Ai pensei: mandar um texto ou não mandar? Com a cara e a coragem, e o medo de não ser aceita. Mas no mesmo dia, recebi o e-mail que eu mais esperava, o blog tinha amado o meu texto, e eu seria uma blogueira.

Pensei em mil coisas, lembrei de quando eu achava que blogueira não era uma profissão, mas ao mesmo tempo do sonho que tinha de sempre ter um blog. Agora, finalmente e até antes do que eu esperava, esse sonho está sendo realizado. O blog não é meu, mas escrever em um blog já me deixa bastante feliz. Sei lá, hoje quando perguntarem minha profissão eu vou dizer cheia de orgulho: sou blogueira.

Quem quiser conferir o blog é o: WWW.donagiraffa.com. Ainda não fiz nenhum post, mas logo logo terão váriooooos. O administrador do blog me mandou um e-mail dizendo que mandará as pautas no sábado. Falando no final de semana, além de blogueira (orgulho, rs) sou estagiária da Rádio Toledo. Eu e meu amigo Matheus Blini, toda semana, preparamos alguns programas pra vocês, como Papo de Universitário, Fútil mas útil (meu programa) e Diário de Esporte (programa do Matheus). O blog da rádio é: http://toledoradio.blogspot.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

linguagem oral x linguagem verbal

3o. semestre, só para lembrar: amanhã tem entrega do trabalho de linguagem oral x linguagem escrita. Só amanhã, às 20h40, no mesmo bat local, ok? E preparem-se: também amanhã vocês serão apresentados a José Marques de Melo!

Responda rápido

Ser escalado hoje para fazer a cobertura do terremoto, tsunami e vazamento nuclear no Japão onde está nevando, não tem combustível, nem água nem comida, só mais terremotos, é prêmio ou significa que o repórter está "de castigo"?

terça-feira, 15 de março de 2011

Conhecimento x Informação

Se eu for repetitiva, por favor me desculpem, mas este trabalho publicitário também é demais! Virou meu mantra junto aos alunos. Um dia acho que vou convencer!


Folha de São Paulo

Adoro este trabalho do pessoal de PP sobre nossa área de jornalismo.
E vocês?



quarta-feira, 2 de março de 2011

Defesa do mestrado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP): 17 de abril de 2009.

Título: "O civic journalism como estratégia comunicacional nos veículos impressos do interior de São Paulo: O caso do Jornal de Jales"

Banca: Profa. Dra. Mayra Rodrigues Gomes, Prof. Dr. José Luiz Aidar Prado e prof. Dr. José Luiz Faro.

Uma conquista importante, de superação.






Exposição virtual de jornais da PUC, que legal!

Não é porque sou "filha da PUC", mas esta ideia foi genial:


ttp://www4.pucsp.br/cedic/porandubas/