terça-feira, 17 de maio de 2011

Nathany Sotini, guardem este nome



Jornalismo para esta que vos 'fala' veio praticamente de maneira involuntária desde a infância.
Caro leitor, acreditaria se dissesse que quando menina, subia em palanques, aos nove anos de idade, e defendia o candidato a prefeito do município de Castilho daquela época - Joni Marcos Buzachero – com unhas e dentes, na maior empolgação, como se estivesse defendendo a própria vida? Era de se admirar. Por outro lado, as humanas foram áreas onde tinha intimidade e identificação, principalmente com a área da comunicação, em redações, interpretações, leituras, debates etc. Por todas essas razões estou certa de que o jornalismo faz parte da minha vida.

Gabriel Garcia Márquez, ao responder a pergunta: Por que fazer jornalismo?, disse de uma maneira muito sábia e de quem tem conhecimento de causa: “Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.”.

Para que fazer jornalismo?
Não se pode deixar de lembrar que jornalismo primeiramente serve para formar e informar uma sociedade no mundo de globalização onde a informação é um elemento de fundamental importância.
Tristão de Ataíde disse que “O jornalista medíocre informa para informar. O autêntico jornalista informa para formar”.
Apesar da queda do diploma para se exercer a função de jornalista deve se levar em conta que o curso prepara o profissional para exercer bem e com ética a profissão.
O jornalismo é a profissão que não dorme... Toda hora é hora, o mundo não para, notícias e mais notícias, furos de reportagem...
A correria dentro de jornais, revistas, rádios, TVs para levar informação as pessoas, o amor pelo jornalismo, a vontade de ajudar, mudar e formar uma sociedade melhor.

Um comentário:

  1. ::: Não conheço pessoalmente a Nathany, Ayne, mas se vc indica, assino embaixo e torço pelo sucesso.

    Infelizmente, muitos dos colegas hoje praticam o jornalismo medíocre citado por Tristão. Culpam os outros e usam várias muletas para "explicar" seus fracassos ou simples vontade de progredir.

    Mas existem outros que são justamente o contrário. E são esses que fico feliz em conhecer, acompanhar a carreira, aplaudir de pé. Que a Nathany nos surpreenda!

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