quarta-feira, 28 de setembro de 2011

“Escondido é mais gostoso”

Por Marina Migliorucci

Não sou tão velha assim, tenho 19 anos. Meus pais nunca me influenciaram a beber. Ao contrário de muitos outros que infelizmente seguem a filosofia “é melhor beber na minha frente do que nas costas”. Meus avôs eram alcoólatras e meus pais sempre fizeram questão de reforçar essa parte da história da minha família com medo de que se eu começasse a beber cedo acabasse seguindo o mau exemplo dos meus avôs.

Artigo: A corrupção na mesa do brasileiro

A história do Brasil é marcada desde o seu descobrimento pela constante corrupção e indefinição do que é público e privado.

O mercado da droga e o domínio sobre o jovem

Por Bruna Bertolino
O uso de substâncias alucinógenas e entorpecentes se torna ato cada vez mais comum entre jovens da sociedade brasileira. Esse mal que tem consumido as pessoas parece se tornar invisível para a maior parte da sociedade, que ignora o problema e acaba o sustentando.

Artigo: Lar doce lar?


Por Rony Menezes

Quando se pronuncia a palavra “lar” geralmente as pessoas imaginam uma casa familiar alegre, com paz e amor. Porém, na maioria das famílias brasileiras isto geralmente não acontece.

Artigo: Mídia X Moda

Por Letícia Mazarini
É possível descobrir muita coisa a respeito de uma pessoa apenas pelo modo que ela se veste, podemos ver quem ela é, o estilo de vida que leva, o que quer mostrar com a forma de se vestir, o que ela pensa, seus conceitos, e seu gosto.
Mas será que é realmente isso ou será que nos vestimos assim porque é o que a sociedade considera correto?

Artigo: A batalha vital da violência contra mulher

Por Amanda Monzani

Reduzir os índices de violência contra mulher no Brasil não se esquecendo de outros abusos contra a sociedade, como assaltos e roubos, diminuiria o problema do país. E como seria justo se o agressor pudesse custear de maneira absoluta todos os males provocados, não apenas pagando os merecidos trinta anos de prisão, que em geral nunca são totalmente cumpridos, mas também custeando todos os atos necessários para que a companheira tenha a vida reestruturada, como cirurgias corretoras e tratamentos psicológicos. Casos que exemplificam tais situações deploráveis não faltam. Que o digam as Eloás e Sandras Gomides, vítimas fatais de violência doméstica.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Artigo: Internet: Problema e Solução

Por Maiara Bombi

Livros, seminários, almanaques entre outros materiais servem como apoio nos estudos. Mas, após a chegada da Internet, a vida de muitas pessoas mudou. A demora na biblioteca, por exemplo, é algo difícil de acontecer já que a web fornece infinidades de informações.

artigo: A acomodação efetiva

Por Fernanda Souza

Em pouco tempo de atuação na área pública, percebo que cada vez em maior proporção, o que trava as políticas públicas não são somente os interesses de seu governante, mas a preguiça da classe funcional efetiva. Os funcionários que por processo seletivo se efetivaram em determinados cargos e com a garantia de que ‘não podem ser exonerados’ atrasam ou bloqueiam os trabalhos por mera acomodação.

Artigo: O (des)interesse cultural em Araçatuba

Por Ana Paula de Araripe Souza


Se tem disponível, por que não usufruir? É o questionamento que deveríamos fazer sempre que encontrássemos eventos culturais parcialmente vazios. Ao contrário da maioria das cidades do país, Araçatuba recebe um número acima da média de atrações que promovem a reflexão e a educação. A população, no entanto, não aproveita as oportunidades, mesmo sendo gratuitas.

Artigo: Amor maternal

Por Gabriela Mazzo

Amor, um sentimento complicado, essa é a palavra exata para definir algo que está lado a lado com você, seja em sua vida pessoal, particular, ou até mesmo no trabalho.
Quando se fala nessa palavra, logo vem na cabeça a relação entre um homem e uma mulher. Mas não é isso que vai ser discutido nesse artigo. O artigo vai mostrar esse sentimento tão inexplicável entre uma mãe e um filho.

Artigos: Os discos que (não) vendem mais.

Por Leonardo Moreno

O que se ouve por ai? Não, não estou falando de fofoca, faxina no governo, conflitos no Oriente Médio, taxa de juros ou crise internacional.
O que violenta nossos ouvidos é um tal de sertanejo universitário, que, na prática, não é sertanejo e tão pouco universitário. Há quem explique que é este seu público e assim tente justificar o termo, mas este gênero ultrapassa as paredes dos botecos próximos aos campus, das repúblicas e boates burguesas. O ritmo domina a programação das rádios, que não têm os universitários como público alvo, mas uma classe C e D que ainda é minoria no ensino superior.

Artigo: Clientelismo do Poder

Por Beatriz Aparecida Alves Bugiga do Nascimento

O Brasil é um país de relações personalistas e o poder do indivíduo é de forma pessoal. Não existe definição de onde começa o público e termina o privado. Na realidade, o que prevalece é a cultura do favor entre o governo e as oligarquias.

Sala Aberta

Por Ayne Salviano


Os filósofos segregaram os sofistas por venderem conhecimento. Não levaram em conta que eles ajudaram a disseminar o saber e, desta forma, oportunizaram a melhoria das condições de vida de milhões de pessoas das gerações futuras.

INDÚSTRIA CULTURAL

Quando autores renomados de literatura mundial passaram a publicar suas obras em capítulos nos jornais, lá pelo século 19, sofreram críticas severas porque estariam banalizando a arte de escrever. Naquela época, publicar livros era algo muito difícil e poucos conseguiam, por isso encontraram novos meios. Os críticos não entenderam que foi neste momento que a cultura ficou acessível para uma maior camada da população, que pôde descobrir os romances, contos, poesia. Hoje, ninguém em sã consciência defenderia que a cultura deve ser para poucos privilegiados.

MASSIFICAÇÃO

Quando a notícia tornou-se um produto à venda e os veículos de comunicação tornaram-se ‘de massa’, houve quem também estrilasse. Pouca gente entendeu, naquele momento, que apesar das indústrias da comunicação, a disseminação da informação é capaz de gerar conhecimento, senso crítico e cidadania, basta capacitar o público para ser o quinto poder, aquele que governa Executivo, Legislativo, Judiciário e imprensa.

JORNAL E EDUCAÇÃO

Quando a ANJ (Associação Nacional de Jornais) lançou, em 1992, o PJE (Programa Jornal e Educação) houve quem pensasse pequeno e acreditasse que tratava-se apenas de uma estratégia de marketing para atrair leitores para que eles não abandonassem a leitura do jornal de papel, já que a internet crescia com seus sites e blogs. Não perceberam que ao introduzir esta nova ferramenta na escola, capacitando professores e dando voz aos alunos, a entidade estava ajudando uma área carente que se rebate diariamente em modelos que não têm mais atraído a atenção dos estudantes, que não aceitam mais o ‘cuspe e o giz’, mas principalmente a imobilidade.

FOLHA NA SALA

Entretanto, quando a Folha da Região lançou seu braço social no projeto educacional Folha da Região na Sala de Aula, em 1994, muitos foram os apoiadores da ideia, que por anos trabalharam com a saudosa professora Lúcia Maria Piantino. Educadores e empresas, em número crescente desde então, conseguem enxergar no trabalho um apoio para os profissionais na sala de aula. E não importa que os estudantes estejam no ensino infantil ou no superior, há atividades e incentivo para todos.

LER PARA CRESCER

Em agosto, o agora Ler para Crescer levou a experiência do trabalho com os educadores de Araçatuba e região para o Encontro Nacional de Coordenadores dos Programas de Jornal e Educação da ANJ, ocorrido em Salvador e já citado neste espaço. A minha apresentação para representantes de todas as regiões do país foi muito aplaudida, em especial o trabalho desenvolvido com crianças da educação infantil, que ainda não sabem ler, mas já fazem trabalhos com jornais (e não se trata de artesanato!). As escolas ligadas à Secretaria Municipal de Educação e algumas particulares realizam atividades maravilhosas de contação de histórias, teatro, textos orais, entre outros, a partir das páginas da Folha e do Nossa Vez!. Muitos destes profissionais já compartilharam suas experiências e aprenderam outras nos cursos gratuitos de formação continuada para professores do programa que acontecem desde o ano passado.

DOCUMENTADO

Todo trabalho do Ler para Crescer é documentado, com imagens e palavras. Os encontros com educadores têm justificativa, objetivos, metodologia e atividades. Os cursos são certificados. Em Araçatuba, a Diretoria de Ensino cuidou para que a própria Secretaria do Estado certifique seus professores que estão em aulas, desde o início do segundo semestre, todas as quartas-feiras. Encontros muito prazerosos, diga-se de passagem.

PERSPECTIVA

Todas as ações, orientadas pela ANJ, são tão sérias que os PJEs do País estão mais próximos do MEC e que ninguém se admire se houver parceria formal, em nível nacional, para capacitar professores.

CONSTRUÇÃO

Apesar de todas as conquistas, nosso trabalho está permanentemente em construção. Sempre há o que aprender, sempre há o que melhorar. E todas as ideias são bem-vindas, de educadores, estudantes e da sociedade como um todo. Fica então o convite para todos os educadores: participem das atividades e, depois sim, podem comentar. O contrário é (pre)conceito tão inválido quanto ideias simplistas do passado.






Modelo de assessoria de imprensa

Reconhecimento


Jornalistas premiam assessoria de imprensa da PUC-SP

Profissionais de todo o Brasil escolhem equipe da Universidade como a mais eficiente na área

O Núcleo de Jornalismo e Assessoria de Imprensa (Divisão de Comunicação Institucional, DCI) foi apontado como a melhor assessoria de imprensa do Brasil na área de Educação. O reconhecimento foi dado à PUC-SP e sua equipe de jornalistas pelos profissionais da imprensa que participaram da pesquisa As Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas.

Cobertura de guerra: prêmio ou castigo?

Por Marina Migliorucci

Durante a Semana Estado de Jornalismo, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de setembro, tivemos várias palestras sobre Redes Sociais. Cada dia era um tema. Quando o tema foi "Gerenciamento de Crises" ouvimos Mauro Lopes, da MVL Comunicação e um dos organizadores/idealizadores da primeira Semana Estado, falar sobre a crise da Gol quando o avião caiu, a palestra foi simplesmente fantástica.
E sobre "Como prever crises em Redes Sociais" assistimos palestra com Manoel Fernandes da Bites.com, uma empresa que faz planejamento estratégico para as redes. Mas, na minha opinião,  mais chocante e a que prendeu atenção de todos não falou sobre redes sociais, aliás pelo jeito Adriana Carranca, repórter especial do Estadão, nem tem muito tempo para isso. Ela foi correspondente internacional em diversos lugares e as crises que ela comentou foram sobre países que enfrentam sérios problemas como Haiti, Irã, Iraque, Afegãnistão, Palestina, etc e etc.
No final da palestra tivemos a oportunidade de conversar mais com ela, foi ai que eu lembrei de uma aula de Técnicas de Redação: Jornalismo Informativo, cobrir guerras e terremotos é prêmio ou é castigo. Eu vi que tinha a oportunidade de perguntar isso para uma pessoa que viveu na pele emoções que com certeza jamais serão esquecidas. Perguntei. Com um sorriso doce e depois com uma risadinha agradável ela respondeu: É vontade. É preciso ter vontade para estar nesses lugares, senão fica dificil conseguir ficar lá durante toda a crise.

Sempre tive dúvidas sobre isso, se seria prêmio ou castigo. Porque eu sou muito medrosa, sempre tentei me imaginar.. mas só me imaginava chorando no Iraque com medo de bombas. Mas hoje, pensando bem.. acho que a Adriana tem razão, é preciso vontade e força. E quando você estiver lá, com toda vontade do mundo, você vai descobrir que foi um prêmio. Que você viveu experiências incríveis. Talvez, em situações como essa não valha a pena encarar como castigo. Pode ser bem pior.

Jornalista é fonte?

Texto de Marina Migliorucci:

Lá vou eu mais uma vez atormentar a querida professora que está em repouso. Mas não resisti, esse post realmente mexeu comigo. Sabe porque? Nós da Toledo temos mania de entrevistar jornalista. Aliás, não só os pobres estudantes de jornalismo, mas os profissionais formados também. E fiquei pensando: Será que isso é mania de Araçatuba?
Bom, a prova viva de que jornalistas para nós são fontes está no nosso Telejornal Universitário, tanto 15 Minutos quanto o Central Toledo. Sempre recorremos uns aos outros para dar entrevista. É claro que depende do assunto, se o jornalista for escritor de um livro e estiver falando do lançamento, ou algo do tipo, ou se ele for especialista em algo, mas sempre vai existir alguém mais especialista no assunto que o jornalista, não é?
Foi ai que eu cai naquela história: não tem que entrevistar amigo ou conhecido. Poxa, assim é facil de achar fonte! E voltei para aquela, jornalista não é fonte, acho que precisamos tirar isso da nossa cabeça imediatamente. Enfim, estou confusa, mas você me entendeu?

Texto do post que inspirou a Marina:

Jornalista que entrevista jornalista


Posted on setembro 22, 2011 / by alecduarte

Ainda ontem falei sobre uma categoria de jornalista, aquele que não gosta de notícia, e acabei me lembrando de outra tão ruim quanto: o jornalista que entrevista jornalista.
De novo, tenho de citar o exemplo o esporte e as criativas intervenções travestidas de apuração exclusiva de um mesmo veículo que, em seu momento, coloca o jogador Neymar em clubes distintos.
Repare como surgem nomes de outros repórteres no meio de um dos textos, evidenciando que a “apuração”, na verdade, não passa de fofoca não fundamentada.
Ora, se a matéria-prima principal do jornalismo é a informação exclusiva, me diga você o que uma conversa com um jornalista irá acrescentar do ponto de vista do que já foi publicado. Pois é, nada.
Esqueça que existe gente como você. Jornalista não é fonte.

Minha intervenção:
Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar. Por princípio, não gosto de colegas que entrevistam colegas ou parentes e amigos de colegas, do tipo - me ajuda com uma fonte fácil. Parto do princípio que desta maneira fazemos um movimento autofágico. Mas há exceções, quando um jornalista torna-se membro de uma acdemia de letras, quando um jornalista é personagem (como os colegas que sobreviveram a sequestros), aí não há como evitar, ele é protagonista, independentemente de ser jornalista. O que acham, colegas?

Secomt - Imperdível!

Anualmente,o curso de jornalismo do Centro Universitário Toledo de Araçatuba realiza sua semana de comunicação. A programação tem melhorado ano após ano. A de 2011 está imperdível. Programe-se e compareça!

11ª Secomt – Semana de Comunicação Toledo


Quando: 3 a 7 de outubro (de segunda a sexta-feira) às 19h30.
Onde: Núcleo de Prática Jurídica (prédio 1)
Tema deste ano: “Diversidade constrói formação”
Pastas: no primeiro dia do evento, todos os alunos vão receber pastas personalizadas (contendo bloco de anotações, caneta e folheto com a programação).

Programação:

3/10 – 2ª feira
Reportagem e diversidade cultural
André Julião
(jornalista da revista Isto É e colaborador da National Geographic e Rolling Stone)

4/10 – 3ª feira
Direito e jornalismo: interesse público, liberdade e libertinagem de imprensa
Ricardo Muniz (professor da Cásper Líbero e editor de mídias científicas da Unicamp; foi repórter de economia da Exame.com, subeditor do jornal O Estado de S. Paulo e editor no portal G1)

5/10 – 4ª feira
TV Web: a revolução na internet
Marcelo Dias (apresentador do programa Notícias do Campo do SBT Interior; foi consultor de TV Web da
Editora Abril, onde realizou trabalho de consultoria de conteúdo e linguagem para as TVs das revistas Veja, Contigo e outras; é pós-graduado em Comunicação Midiática pela Cásper Líbero e tem passagens pela Band)

6/10 – 5ª feira “Assessoria de Imprensa no Bope” Capitão Marlisa Neves
(chefe da seção de comunicação social do Bope - Batalhão de Operações Policiais Especiais - da Polícia Militar do Rio de Janeiro; formada em Jornalismo e em Rádio e TV pela UFRJ, possui especializações na área de segurança e preparação do Bope)

7/10 – 6ª feira
“Radiojornalismo: dinamismo e credibilidade online com o ouvinte” Luciana Freitas (chefe de redação da Rádio Estadão ESPN, acumula 17 anos de experiência em rádio)

Formato da programação: as palestras começam às 19h30. Os palestrantes foram orientados a falarem por um hora. Depois, abriremos para pergunta. Não haverá intervalo (por isso, vamos começar às 19h30).

Provavelmente o evento acabe por volta de 21h20. Depois, é possível conversar com os palestrantes e
tirar fotos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Da euforia à depressão - A bipolaridade e os relacionamentos sociais

Por Barbara Nascimento

Em um mundo globalizado, em que informações são trocadas instantaneamente, a hiperatividade se torna um elemento essencial para a sobrevivência em uma sociedade tão eufórica e dinâmica. Contudo, assim como a economia, a política e o esporte oscilam entre altas e baixas, o ser humano também acompanha esse ciclo. É justamente na alternância constante desses sentimentos que pode ser detectada a bipolaridade.

Corrupção: Um mal necessário ou um câncer a se combater? - Por Caio Carvalho

O fim da corrupção no Brasil será possível se, primeiramente, houver mudanças no modo de agir das pessoas. No período eleitoral, são os eleitores que alimentam essa prática inadmissível. Embora seja difícil a denúncia, a compra de votos é “normal” para muitos. É um câncer que precisa ser combatido, mas, por outro lado, é um mal necessário. O jogo de camisas e a prótese dentária só são possíveis para alguns eleitores mais carentes por meio da compra de votos.

A participação de jovens na política brasileira - Por Caio Carvalho

Instigados a produzir conteúdo opinativo, os estudantes de jornalismo do 4o. semestre do Unitoledo começaram a se manifestar:

Se na época do movimento “Diretas Já” centenas de jovens saíram às ruas formando a multidão para pedir mudanças no regime político, hoje se vê um afastamento da política das pessoas que compõem essa faixa etária. Elas afirmam que o desinteresse parte das constantes notícias de escândalos envolvendo os políticos. Um argumento inválido. A falta de honestidade não é nova na política. É desse espaço que são tomadas as decisões que cercam nossa vida em sociedade, um significado pouco compreendido pela maioria das pessoas, principalmente os jovens.

Bibliografia para trabalhos de jornalismo esportivo

Queridos, divido com vocês sugestões de leitura da especialista em jornalismo esportivo, Raiany Guimarães:

GUTERMAN, Marcos. O Futebol Explica o Brasil. Ed. Contexto.

FOER, Franklin. Como o futebol explica o mundo. Ed. Zahar.

WISKNI, José Miguel. Veneno Remédio. Ed. Companhia das Letras.

MÁXIMO João, KAZ Leonel. Brasil, um século de futebol. Ed. Aprazivel

COELHO Paulo Vinícus. Jornalismo Esportivo. Ed. Contexto

BARBEIRO Herodoto, RANGEL Patrícia. Manual do Jornalismo Esportivo. Ed.Contexto

 LINHARES Marcis. Nos Bastidores do Jornalismo Esportivo. Ed. Celebris

CHARIONI Bruno, KROEHN Marcio. Onde o Esporte se Reinventa. Primavera Editorial

KOLER Philip, REIN Irving, SHIELDS Ben. Marketing Esportivo. Ed. Bookman Companhia ED

MORGAN, Melissa Johnson, SUMMERS Jane. Marketing Esportivo. Ed. Thomson Pioneira.


Bom trabalho!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Como os blogs aproximam o leitor da informação e do jornalista?

Texto indicado por Marina Migliorucci, disponível em: http://novoemfolha.folha.blog.uol..com.br/arch2011-09-04_2011-09-10.html#2011_09-07_21_24_23-119348444-0.



"O jornalista geralmente não tem tempo e nem meios de interagir com o leitor de suas matérias o tempo inteiro. É até saudável ler a parte de comentários da matéria publicada na versão online dos veículos, para ver inclusive se surge alguma sugestão de pauta dali, mas, na maior parte do tempo, essa parte de comentários reúne anônimos raivosos que nem são os leitores fixos daquele jornal. Assim, na prática, o que temos é um jornalista fazendo seu trabalho de apuração de um lado e um leitor que raramente se manifesta sobre aquela matéria, a menos que instigado pelas seções de cartas dos jornais e pelos ombudsman, quando existem no veículo. Interação nula.


No blog a lógica é completamente reversa. O blog é, por excelência, um espaço de interação com o leitor. No blog, o jornalista pode contar o making of de suas matérias, fazer análises, emitir opiniões, acrescentar informação, e ele está falando para leitores bem específicos que querem interagir com ele. A caixa de comentários geralmente permite réplica do jornalista que, se tiver tempo para isso e for um bom blogueiro, vai saber usá-la bem. Muuuitas vezes os comentários são aproveitados pelo jornalista como sugestão de post, gerando novas interações. Por tudo isso, o blog aproxima os leitores dos jornalistas que produzem informações e enriquece/complementa as informações que saem publicadas nos jornais."

Vocês concordam? Qual blog de jornalistas vocês acham que cumpre bem esse papel (não vale o NEF ) O que falta para melhorar a forma como jornalistas e jornais usam a blogosfera?



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011

É importante ouvir 'todos os lados' de uma questão

Postei recentemente neste espaço um artigo crítico sobre a proposta de convenção recente do PT sobre as comunicações no Brasil. Nada mais justo, ético e profissional do que postar agora a própria palavra do partido em documento publicado pela Fundação Perseu Abramo. Estudantes de comunicação, jornalistas e publicitários, leiam o documento com atenção e, por favor, exponham seus pontos de vista:

PT: Compromisso com uma agenda estratégica para a comunicação no Brasil


Por Redação FPA/ Fonte Partido dos Trabalhadores/ publicado em 06/09/2011


No 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores realizado entre os dias 2 e 4 de setembro, em Brasília, foi aprovada esta moção, na qual são estabelecidos os compromissos do Partido com a comunicação no país.
Nas últimas décadas, o Brasil experimentou uma transformação sem precedentes na área das comunicações. Junto a alterações estruturais nos mercados e no mundo do trabalho e mudanças substanciais nos campos da política e da cultura, passamos a conviver com modificações profundas na forma de produzir, difundir e acessar a informação e o conhecimento.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Com a palavra, o aluno-leitor

Caro repórter,
Sobre a manchete do dia 23 de Agosto de 2011, do caderno Cotidiano, ‘’Cliente ‘saudável’ pode ter desconto em plano de saúde’’, gostaria de salientar que gostei da matéria, acredito que foi bem escrita e acima disso, muito esclarecedora. Ao longo do texto são sanadas todas as dúvidas que possam surgir em seus leitores, como as regras que os planos de saúde devem seguir para aderir aos descontos e também que as empresas não serão obrigadas a oferecer tal beneficio e que cabe a elas decidir como vão incentivar e fiscalizar essas práticas. Algo que gostaria de destacar sobre a matéria é que foram ouvidas, não todas, mas várias fontes possíveis sobre assunto, até uma fonte que diz estar estudando a norma e não quis se pronunciar.

A matéria está muito boa, contendo aspectos fundamentais para um bom texto, entretanto, só senti falta de ter a opinião de uma família, ou alguém que já tenha aderido a estas práticas mais saudáveis em função do plano de saúde.

Aline Ceolin, estudante do 4º semestre de Jornalismo.


Caro editor.

Para se fechar um contrato necessita-se ao menos ter a maturidade para encarar os prós e os contras da decisão que se toma ou pelo menos ter um adulto por perto que saiba orientar. Talvez foi isso o que faltou no caso de Henrique, atacante do São Paulo no time sub-20 (“Contratos fora do padrão Fifa vão além de Henrique” caderno de esporte do dia 23/08/2011).
Em todos os locais de trabalho tem algo que desagrada, tendo em vista que um time é o local de trabalho do jogador. Sabendo isso, que nenhum trabalho sempre será um “mar de rosas” e muito menos se falando no São Paulo enquanto tiver essa Direção.
Mas não cabe a ninguém dizer se foi errada ou não a contratação de Henrique ou se ele está insatisfeito ou não. A decisão foi feita, agora cabe a ele arcar com as conseqüências.

Raquel Ramos, estudante de jornalismo.

 
 
Caro Editor,

A matéria publicada hoje (23) no caderno Cotidiano “Médico não consegue levar paciente para UTI e chama a polícia” é só mais um exemplo de que, mesmo com o péssimo nível de saúde pública em que o país se encontra, ainda há profissionais dignos de reconhecimento. Como estudante de jornalismo devo parabenizar a editoria da Folha de S. Paulo por divulgar casos como este que, mesmo expressando a vergonha de como a saúde do brasileiro é tratada, mostra o exemplo de pessoas que ainda se importam e respeitam o ser humano.
Este caso só é mais apelo para que os cidadãos comecem a eleger melhor seus candidatos para que as condições, não só de saúde, como educação, economia e segurança, passem a ser levadas a sério, assim como fez o médico Paulo Laredo Pinto, ao denunciar o próprio local de trabalho, para salvar uma vida.

Fernanda Muniz Viana – Estudante de 4º Semestre de Jornalismo do Centro Universitário Unitoledo.



Ditadura camuflada


Prezado editor, sobre matéria “Anac aponta uso irregular de helicópteros”, publicada hoje (23), no caderno Poder, página A6, do jornal Folha de S. Paulo, o questionamento sobre o direito ou não do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) e sua filha, Roseana Sarney (PMDB), governadora do Maranhão, é lastimável. No Brasil, os órgãos públicos e até mesmo a mídia, seja ela impressa ou não, tratam fatos medíocres e indiscutíveis como casos que devam ser avaliados pelos governantes e que haja uma punição. Sarney e sua cara-de-pau nos fazem com que tenhamos nojo de ser brasileiros. É de infinito descaso com o cidadão brasileiro um governante usar um helicóptero que poderia estar salvando vidas para passear em sua ilha, no Maranhão e o pior: o Estado não se pronuncia sobre o assunto. O governo maranhense não é só Roseana, filha do político e também apontada na matéria sobre uma viagem particular feita com helicópteros do governo. Isso não deveria nem ser pautado por jornais porque não deveria existir. O abuso de autoridade também é conhecido quando lemos algo como a justificativa do parlamentar ao dizer que tem o direito de transporte e segurança em todo o país, seja ela de representação ou não. Protestos em todas as partes do mundo vêm acontecendo para que ditadores e corruptos caiam do poder, só no Brasil que a rebeldia do povo não passam de faixas e discursos. O brasileiro é um povo alienado.

Kaio Ricardo Esteves, 19 anos, estudante do 4º semestre jornalismo do Centro Universitário Toledo (Araçatuba-SP)


Conscientização pelo bolso

O aumento da tributação sobre a venda de cigarros, anunciada pela Receita Federal, conforme a reportagem publicada pela Folha de São Paulo, no caderno Mercado, na página B4, na edição desta terça-feira, 23 de agosto de 2011, é uma forma encontrada pelo governo para compensar as desonerações de impostos no plano de estímulo às indústrias. Por outro lado, no entanto, ajudará a reduzir o número de fumantes no Brasil.
Percebe-se que a preocupação com a saúde não foi a mais forte, no momento em que o governo federal decidiu elaborar esta medida. Não causar prejuízos aos cofres públicos, com os incentivos fiscais às indústrias, foi o fator preponderante nesta decisão. Entendo que o cigarro acabou sendo uma das alternativas no mercado para o balanço nas contas.
Mas será por meio do bolso do cidadão que o vício ao cigarro poderá ser combatido. Apesar de inúmeras campanhas educativas a respeito dos males do cigarro, muitas pessoas ainda insistem neste vício. Uma das grandes conquistas, neste objetivo, foi o fim de mensagens publicitárias nos veículos de comunicação, em 2000, e do início do crescimento das tributações no setor.
O vício tem início, muitas vezes, na juventude. Elevar os impostos, acarretando em um custo maior do maço, poderá inibir esta prática precoce. Entretanto, não serão projetos do governo que farão as pessoas passarem longe do cigarro, e sim uma preocupação cada vez maior com a saúde, porque o prejuízo não ocorre somente ao fumante, mas a todos que convivem ao seu lado.

Caio Carvalho, 20 anos, estudante do 4º semestre de Jornalismo do Centro Universitário Toledo, de Araçatuba

 
 
Caro editor-chefe,

Mais um homem foi preso por pedofilia na região de Araçatuba (Preso pedófilo que se passava por pastor – B4 – 23 de agosto. O número de pedófilos cresce, mas o de presos por essa atitude também. Fica difícil entender a atitude de alguns em muitos casos, homens chegam a abusar até da própria filha ou parente próxima para sentir esse prazer. Eu me pergunto o por quê. Acho que nunca saberei essa resposta e de certa forma prefiro não saber.
Fico feliz e triste ao mesmo tempo em ver tantas notícias sobre pedofilia na região, triste porque milhões de crianças acabam perdendo seu sonho e feliz por saber que a maioria deles está sendo presa e cumprirá sua pena, pagando pelos seus crimes. Mesmo que demore meses ou até anos para achar os pedófilos, porque Sebastião da Silva, o homem que se fingiu de pastor na matéria citada, foi acusado em 2005, em 2010 teve mandato de prisão preventiva e apenas em 2011 foi preso.
Mas penso que, além de informar o jornal tem a necessidade de mostrar para o leitor como se prevenir de casos como esse. Ou apresentar uma análise psicológica de alguns casos. Seria uma forma de o leitor poder se sentir mais seguro. E quem sabe assim deitar a cabeça no travesseiro e dormir tranqüilo.

Marina Migliorucci, 19 anos, estudante de Jornalismo do Centro Universitário Toledo.

 
 
Prezada Editora

Meu nome é Clayton, sou formado em Letras e ,atualmente, estudo Jornalismo. Leio a revista "Mente e Cérebro" porque, em muitas matérias, há assuntos sobre crianças e adolescentes. Trabalhar com essa turminha não é fácil e, então, busco meios que possam melhorar a qualidade de minhas aulas.
Confesso que ao ler a resenha do filme "Em um mundo melhor" (edição 223) fiquei muito interessado em assisti-lo. É triste observar, no dia a dia de meu trabalho, situações com as quais me deparo e me faltam informações para que eu resolva o problema. Creio que o tema abordado, o bullying, será útil para eu desenvolver atividades em sala de aula buscando uma reflexão mais profunda do assunto. Devo lembrar também que, em edições futuras, o tema bullying seja analisado mais profundamente com reportagens e entrevistas com especialistas. Faltam-me recursos variados para entender a situação. Espero que, muito mais do que um educador, eu possa, através do filme, desenvolver a cidadania entre meus alunos.
Grato pela atenção!

Clayton Valentim


A época que me dá mais saudade de não ter vivido são os anos 60. Em tudo havia um glamour, e todo o brilho da era de ouro ainda reluz em séries como “Mad Man” (Mr. Mad Man Ilustrada pág. E1, dia 23 de agosto). Concordo plenamente no que Jerry diz à Folha que não existem mais agência de publicidade com ambientes como aquele, pois apesar de nostálgica ela não crítica a atual publicidade, apenas afirma que é diferente, e é. Não temos mais o barulho irritante e encantador de várias máquinas de escrever juntas ao mesmo tempo.

Queria ter a honra que Francesca teve ao entrevistar Jerry, ela se mostra muito divertida e intrigante isso se torna quase palpável na matéria. Apesar de ela ser ex fumante a série mostra o que acontecia (e acontece), com jornalistas e publicitários como Matthew Weiner que é mais que um fumante é uma chaminé, definitivamente quem parou de fumar deve evitar algumas cenas. Enfim, matéria ótima e autora feliz, espero que alguma emissora compre logo “Mad Man” para ser mais conhecida.

Priscila Salas, estudante de Jornalismo no Centro Universitário Toledo


Prezado editor-chefe,

Mais uma vez o senador José Sarney faz questão de zombar da cara do eleitor. O presidente do Senado usou duas vezes este ano o helicóptero da Polícia Militar do Maranhão para ir até uma ilha particular e ainda aproveitou a “boquinha” para levar um amigo. Talvez nem valesse a pena se espantar com mais este episódio da política brasileira em se tratando de um homem que ao longo de toda a vida pública (ou particular, quem sabe) só fez colecionar péssimos exemplos aos olhos do cidadão.
Ótimas explanações feitas pelo editorial deste veículo na edição do dia 23 de agosto (“A farra do senador e a imagem dos políticos”, página A-2). As considerações feitas são, na verdade, a opinião de boa parte da população. Que absurdo tantos benefícios para quem faz tão pouco. De acordo com levantamento da ONG Transparência Brasil, cada um dos 81 senadores é beneficiado por mais de R$ 33 milhões.. É salário, 13º, 14º, 15º, combustível, auxílio disso, auxílio daquilo... E quem auxilia o povo? Quem se preocupa com essas pessoas? A imprensa pode ser uma aliada, denunciando, apurando e desmascarando quem até hoje só riu da nossa cara.

Lucas Matheus de Carvalho, 19 anos, estudante de jornalismo, Araçatuba.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Um breve histórico da nossa conecto dependência

Lição de Caco Barcellos no conversa Afiada

* Colaboração de Yoham Werneck

O incomparável repórter Caco Barcellos, da Globo, participou do Seminário “Poder Judiciário e Imprensa”, promovido pela Escola de Magistratura da Justiça Federal da Terceira Região.

Caco deu uma aula magna.

O mundo melhor

Ayne Salviano
Os valores éticos e morais que norteiam uma sociedade não surgem de uma hora para outra como um trovão no céu. Ao contrário, são construídos todos os dias na convivência humana e dentro das famílias, ambientes de trabalho, nas escolas e nos mais diversos movimentos sociais. Conhecê-los, compreendê-los e praticá-los é uma questão de sobrevivência para a coletividade.


CONCURSO

Pensando em tudo isso, o Programa Ler para Crescer da Folha da Região estará com inscrições abertas, até o dia 23 de setembro, para o concurso "Meu Mundo Melhor" destinado às escolas públicas e particulares da cidade de Araçatuba. O objetivo é descobrir e valorizar os projetos educacionais realizados entre janeiro de 2010 e julho deste ano que trouxeram melhorias para um grupo social, seja ele uma classe na escola ou um bairro inteiro.

EXEMPLOS

Espaços para leitura em locais diferenciados, ações sustentáveis, iniciativas na área da música, teatro ou outras artes que tenham promovido a consciência crítica de crianças, jovens e adultos, tudo é válido.
SUCESSO

O que nós do Ler para Crescer queremos é divulgar ações positivas que grande parte da população desconhece e, por este motivo, infelizmente não valoriza.

O QUE FAZER?

Os trabalhos devem ser enviados pelos Correios ou entregues diretamente na sede da Folha. A inscrição é gratuita. Cada escola pode participar com quantos projetos desejar. Eles serão encaminhados para uma comissão julgadora que premiará três projetos, sendo um de cada escola.

Os prêmios são uma máquina fotográfica digital (1º lugar), um aparelho DVD (2º) e um micro system (3º). Os primeiros projetos já começaram a chegar. Estamos esperando o seu!

Ayne Gonçalves Salviano é jornalista e professora no ensino médio, graduação e pós. Mestre em Comunicação e Semiótica. Coordena o Programa Ler para Crescer da Folha da Região desde 2010. (Colaborou Ariadne Bognar).

Comunicar para inovar na comunidade

Muitas Organizações Não-Governamentais (ONGs), instituições de ensino formal, informal e não-formal, e pessoas confiantes de que o saber proporcionado pela ação da comunicação em comunidades pode transformar realidades já trabalham em parceria com jovens, ouvindo, auxiliando, e orientando essa parcela grande da população sobre seus anseios e como eles percebem seu papel, e até mesmo sua existência no espaço.

Em pauta o controle da imprensa

Por Rosa Costa, da Agência Estado

Senador Jarbas Vasconcelos
O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) criticou ontem, na tribuna do Senado, a iniciativa aprovada pelo 4º Congresso Nacional do PT de ressuscitar o marco regulatório da mídia. Para ele, “é o nome pomposo para um verdadeiro tribunal da inquisição da comunicação que os petistas querem implantar no Brasil”. Jarbas falou para um plenário que tinha um quórum de apenas cinco senadores, antecipando o recesso branco na Casa, na semana do feriado de 7 de setembro.

O senador disse que “toda vez que algum malfeito petista aparece nas páginas dos jornais e das revistas” a cúpula do PT se apressa em defender a regulamentação da mídia. O senador fazia referência a uma reportagem da revista Veja que mostra ex-ministro da Casa Civil José Dirceu recebendo atuais ministros e parlamentares em um quarto de hotel em Brasília. “O ex-ministro ficou indignado e acusou a revista de espionagem. O fato é que José Dirceu prefere agir — com sempre fez — nas sombras, incógnito, disfarçado, quase um personagem de filmes de espionagem ou de gângsteres, e agora exercendo o papel bem remunerado de consultor-geral da República”, afirmou.

Artigo: é preciso convencer com raciocínio lógico

Nas aulas de técnicas de redação no Jornalismo Opinativo, estamos começando a estudar os artigos. Lição No. 1 - é texto opinativo, de raciocínio lógico, escrito por alguém que entende do assunto. A principal característica é opinar, argumentar e convencer - que o raciocínio faz sentido.
Leia o texto abaixo, publicado na Folha da Região de hoje (06/09) e responda: Está convencido? A tese e os argumentos fazem sentido? Como contra-argumentar?

A imprensa vista pelo PT

A charge do artista Nicolielo publicada hoje na Folha da Região é daquelas que, além de nos contextualizar, nos faz pensar. Quem tiver senso crítico que se manifeste:

Dia Internacional da Alfabetização

Minha homenagem a todos os coordenadores de Programas Jornal e Educação, profissionais que trabalham com mídia e educação, educomunicadores e os comunicadores sociais. Nosso trabalho é especial, gratificante, emocionante.

O mundo enlouqueceu

Glória Kalil foi a entrevistada do programa Café Filosófico da TV Cultura, transmitido neste domingo (dia
Gloria Kalil
4). Especialista em moda e comportamento, ela foi brilhante em suas colocações, mas em uma resposta, em especial, ela se sobressaiu. Perguntada por uma pessoa da plateia em como proceder com etiqueta para pedir que pessoas que atrapalham ambientes - como conversar no cinema - possam se comportar, Glória Kalil não se conteve: "O mundo enlouqueceu!".
Segundo ela, todos devemos exigir os nossos direitos, mas devemos fazer isso por meio de mediadores, nunca no enfrentamento porque as pessoas 'simplesmente enlouqueceram'. "Você nunca sabe qual será a reação das pessoas, não dá pra se arriscar". Sábio conselho...
Isso também serve na nossa profissão.
Aja com clareza de intenções, seja honesto com suas fontes na hora da apuração. Não dispense nosso Código de Ética em nenhuma circunstâncias. Se fez tudo isso e está sendo 'aborrecido' por gente que gostaria que jornalistas fossem secretários e só escrevessem em vez de apurar, narrar, desvendar etc., então descanse em paz.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

E as fontes que ficam de fora?

Este texto foi indicado pela acadêmica Marina Migliorucci, do 4o. semestre de jornalismo do Centro Universitário Toledo de Araçatuba.
Aluna 'antenada', ela leu 'Jornalismo Opinativo", de José Marques de Melo, e respondeu corretamente a questão 1B da prova que tratava das fontes no jornalismo.
Ao mesmo tempo, aproveitando um caso/polêmica local, decidiu contribuir com nosso edublog com este texto de outros jornalistas especialistas em capacitação de jovens do programa de trainees da Folha de S.Paulo (trabalho bárbaro!).
Leiam, reflitam e opinem: 



A jornalista que virou notícia

Por Barbara Franchesca Nascimento para site do Unitoledo


Publicada em 05 de Setembro de 2011

Como os veículos de comunicação podem auxiliar no processo de aprendizagem do aluno, esteja este no ensino infantil, fundamental, médio ou superior? As respostas para esse questionamento foram apresentadas no Encontro Nacional de Coordenadores do Programa Jornal e Educação, do qual a professora do curso de Jornalismo do UniToledo Ayne Regina Gonçalves Salviano participou.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Para pensar: Quais espaços você daria ao leitor?

Vamos imaginar que você é um empresário da comunicação. Vai criar um novo produto - jornal, revista, site, programa de rádio ou TV. Em quais situações você valorizaria a participação do leitor? Aguardo boas e novas ideias.

Inscrições abertas para curso de EaD de JORNALISMO CULTURAL


Estão abertas as inscrições para nova turma do curso à distância de Jornalismo Cultural, uma iniciativa do jornalista Fabio Gomes, editor dos blogs Jornalismo Cultural e Noel Rosa Sempre (http://noelrosa100.blogspot.com/). O curso, por ser desenvolvido especialmente para a internet, permite que jornalistas, estudantes de Jornalismo, e outras pessoas que escrevam sobre temas culturais na imprensa e na web possam se aprofundar, em qualquer ponto do território brasileiro, sobre este ramo do Jornalismo, pouco presente nos currículos dos cursos de Comunicação do país.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Entrevista para Programa Essencial

De volta ao passado: entrevista para Flávio Zani, quando ele ainda era estudante e eu coordenadora do curso de Jornalismo no Centro Universitário Toledo de Araçatuba. Bom pra relembrar!

Charge: quando não é preciso dizer mais nada

Artigo: A peste

De Luis Fernando Verissimo - Em O Estado de S.Paulo

Dizem que quando os dois estavam chegando a Nova York, na amurada do navio, Freud virou-se para Jung e perguntou:
- Será que eles sabem que nós estamos trazendo a peste?
Não sei se a história, que li num texto do Stephen Greenblatt publicado recentemente na revista The New Yorker, é verdadeira. Nem sei se Freud e Jung estiveram juntos em Nova York algum dia. Mas o que Freud pretenderia dizer com "a peste" é fácil de entender. Era tudo que os dois estavam explorando em matéria de subconsciente, inconsciente coletivo, sexualidade precoce - enfim, a revolução no pensamento humano que na Europa já se alastrava, e era combatida, como uma epidemia. Os agentes alfandegários não teriam identificado o perigo que os dois recém-chegados representavam para as mentes da América, deixando-os passar para contagiá-las.
Todo desafio ao pensamento convencional e a crenças arraigadas é uma espécie de praga solapadora, uma ameaça à normalidade e à saúde públicas. Santo Agostinho dizia que a curiosidade era uma doença. Os que procuravam explicações para o Universo e a vida além dos dogmas da Igreja ou da ciência tradicional eram portadores do vírus da discórdia, a serem espantados como se espanta qualquer praga, com barulho e fogo. As ideias de Freud e de Jung divergiram - Jung acabou derivando para um quase misticismo, literariamente mais rico mas menos consequente do que o que pensava Freud - mas as descobertas dos dois significaram uma reviravolta no autoconceito da humanidade comparável ao que significou o heliocentrismo de Copérnico e as sacadas do Galileu. O homem não só não era o centro do Universo conhecido como carregava dentro de si um Universo desconhecido, que mal controlava. Agostinho tinha razão, a curiosidade debilitava o homem. A partir de Copérnico a curiosidade só levara o homem a ir desvendando, pouco a pouco, sua própria precariedade, cada vez mais longe de Deus.
Marx, outro pestilento, tinha proposto o determinismo histórico e a luta de classes como eventuais formadores do Novo Homem, livre da superstição religiosa e de outras tiranias. Suas ideias, e a reação às suas ideias, convulsionaram o mundo. Esta peste se disseminou com violência e foi combatida com sangrias e rezas e no fim - como também é próprio das pestes - amainou. Todas as pestes chegam ao seu máximo e recuam. A Terra há séculos não é o centro do Universo, o que não impede o prestígio crescente da astrologia. O iluminismo do século 18 parecia ser o preâmbulo de um futuro racional e prevaleceu o irracionalismo. O Novo Homem de Marx foi visto pela última vez pulando o muro para Berlim Ocidental. E as teses de Freud e Jung que revolucionariam as relações humanas nunca foram aplicadas nas relações que interessam, a do homem com seus instintos e a dos seus instintos com uma sociedade sadia, e na nossa explicação. Foi, como as outras, uma novidade, ou uma curiosidade, que expirou.
Mas também é próprio das pestes serem reincidentes. Cedo ou tarde virá outra perturbar a paz da ignorância de Santo Agostinho. E passar.

Entrevista sobre novos cursos do Ler para Crescer

Entrevista concedida à jornalista Alessandra Nogueira no programa Cidade Aberta do Canal 21/Net Cidade - Rádio Cultura sobre os novos cursos de formação continuada para professores de Araçatuba e região.

Entrevista sobre novo projeto educacional - parte dois

Entrevista sobre mudanças no projeto educacional da Folha

Entrevista concedida à jornalista Alessandra Nogueira durante o programa Cidade Aberta do Canal 21/Neta Cidade e Rádio Cultura sobre a ampliação do "Folha da Região na Sala de Aula" para "Programa Ler para Crescer".

Entrevista sobre cursos do Ler para Crescer

Entrevista concedida à Alessandra Nogueira no programa Cidade Aberta do Canal 21/Net Cidade e Rádio Cultura sobre os cursos de formação continuada para professores oferecidos pelo Programa Ler para Crescer, que coordeno na Folha da Região.

Entrevista sobre concurso Meu Mundo Melhor

Entrevista concedida à Alessandra Nogueira para o jornal Cidade Aberta do Canal 21/Net Cidade - Rádio Cultura sobre o concurso "Meu Mundo Melhor", que criei dentro do Programa Ler para Crescer da Folha da Região.

Estágio na Rádio Toledo

Há UMA vaga para estagiário no Laboratório de Rádio do UniToledo.

Inscrições
* Até 6 de setembro (terça) das 9h às 11h e das 19h às 22h no NGE (fica no prédio 1, perto da
Secretaria Geral).
* Para se inscrever, é preciso preencher a ficha no NGE e entregar currículo (que mostre as eventuais experiências relacionadas ao jornalismo, seja em emprego ou outros estágios e atividades complementares)

Como é o estágio

De segunda a sexta, das 15h às 18h (são 15 horas semanais). O estagiário desenvolve atividades de produção, coberturas de eventos do UniToledo, reportagem, apresentação etc. O estágio começará no dia 12 de setembro.

Como é a seleção
Será dia 8 de setembro (quinta-feira) às 14h no Laboratório de Rádio. Haverá prova escrita, teste de locução, análise de currículo e entrevista. O resultado sai no dia 9 de setembro (sexta) à noite.

Valor da bolsa
30% de desconto na mensalidade

Semana Estado de Jornalismo

Semana Estado de Jornalismo.
De 20 a 23 de setembro (14h às 17h)
Auditório do jornal O Estado de S. Paulo (em São Paulo)
Perfil de aluno indicado pelo Estadão: “comprometidos com a própria formação, atuantes nas mídias e redes sociais e que eventualmente possam estar postando, de forma jornalística, informações importantes do conteúdo debatido durante evento.”
Haverá apenas esta Semana Estado neste ano.
A opção de concorrer ao prêmio a partir da produção de um texto jornalístico será exclusividade dos alunos que obtiverem 100% de presença no evento. Neste ano serão seis finalistas selecionados, cujos textos serão publicados no site do Estadão e receberão um notebook. O vencedor do Prêmio Santander Jovem Jornalista receberá uma bolsa de estudos para um semestre letivo na Universidade de Navarra, na Espanha, em 2012.