sexta-feira, 1 de abril de 2011

Marina, formada!


Desde sempre quis fazer jornalismo, nunca pensei em um por quê, mas sempre foi a profissão mais magnífica que conheci e também pelo fato de tentar me imaginar em outras carreiras e simplesmente não ver ninguém ou imaginar alguém que não era eu.
Enquanto as crianças da minha sala queriam ser astronautas, bombeiros, médicos, eu tinha aquele ideal de criança de me tornar uma Fátima Bernardes, não satisfeita eu ainda queria um William Bonner.
Então, aos 12 anos, tive influência de um amigo mais velho que cursava jornalismo, passei a ter certeza. Passei a contar os dias, as horas, os anos e me dedicar cada vez mais aos estudos, à leitura, tudo para me tornar aquilo que sempre sonhei: uma excelente jornalista.
Mas hoje eu sei que tem um porquê, além da minha realização profissional, de realizar o meu sonho desde que eu me entendo por gente, realizar o sonho dos meus avós de ser a primeira neta formada, ou mostrar para os meus pais que mesmo não fazendo o curso que eles queriam,eu consegui. Eu quero ter o prazer de conhecer o mundo do jornalismo, de informar, de sentir uma satisfação em fazer o bem às pessoas, aprender com os meus erros e me tornar uma pessoa muito melhor.

Marina Migliorucci, aluna do 3° Semestre de Jornalismo do UniToledo (2011)

Lívia, a comunicativa




Por que e para que fazer jornalismo? Porque desde criança sempre fui muito comunicativa. Na escola onde estudei durante o ensino fundamental, os alunos apresentavam um jornal semanal, e eu participava, isso fez com que eu me identificasse com a área. Além disso, eu sempre gostei e admirei a profissão.
O jornalista não simplesmente comunica, ele informa e forma, esse é o meu para que. Eu quero informar as pessoas com o intuito de formar opiniões, e quem sabe contribuir para uma sociedade melhor.

Lívia Dias, aluna do 3º semestre Jornalismo do UniToledo