quarta-feira, 6 de abril de 2011

Michelle, uma questão de amor!

O jornalismo como forma de amor e dedicação

O jornalismo é uma área de grande importância e não se resume apenas em lidar com notícias, dados e informações. Ser jornalista é uma questão de estado de espírito, de como se trata a erupção do dia a dia. Após a “queda” do diploma, cursar jornalismo se tornou mais interessante, porque agora, estar nesse curso e profissão exige muito mais amor, não só o velho fazer por fazer, mas dedicar-se a levar o mundo às pessoas que não conseguem acessá-lo, os questionamentos “PARA QUÊ?” e “POR QUÊ?” dessa área não possuem contornos bem delimitados, mas em primeiro momento podem ser esclarecidos com simples respostas: “Levar” o Mundo às pessoas que vivem nele, satisfazendo assim, não só as próprias necessidades, mas também a dos semelhantes. E porque, fazer o que se gosta proporciona um prazer e bem-estar inigualáveis.

Rafael, Super-Homem

Se eu falar Smallville, virá na sua mente qual personagem? Clark Kent? Lex Luthor? Uma das mais belas da trama, a Lana? Quando pequeno, eu não perdia um episódio, só para ver a Chloe Sullivan (sim, a jornalista do Planeta Diário) em ação. Dava vontade de entrar dentro da televisão, não para lutar com os vilões, e sim fazer as reportagens e investigações, para mim isso é o melhor do seriado. Por que jornalismo? Simples! Eu amo investigar, perguntar, escrever, informar... Para que jornalismo? Quero informar, formar, fazer o leitor refletir sobre o assunto, mostrar a verdade e, como diz Calebe Lamonier: “Jornalismo é como se fosse um fio, que liga as pessoas ao mundo”. Jornalismo tem que ser feito com amor, afinal de contas, se eu pretendesse ficar rico, jogaria na loteria.

Lançamento na área

Práticas Acadêmicas em Relações Públicas
processos – pesquisas – aplicações




organizadores:

Cláudia Peixoto de Moura
Nelson Costa Fossatti



ISBN: 978-85-205-0590-8

238 páginas

Preço 39,00



O livro enfatiza aspectos muito relevantes para os fundamentos e as práticas de Relações Públicas ainda não exploradas, em parte, em publicações específicas anteriores. Reunir conjuntamente na mesma coletânea conceitos diversos e as interconexões entre Teorias da Comunicação e Relações Públicas constituem uma singularidade, que certamente será muito útil, não só para fomentar o debate em sala de aula, mas também para oferecer novos aportes para pensar o campo das Relações Públicas.

Autores: Ana Luisa Baseggio, Ana Maria Walker Roig Steffen, Antonio Hohlfeldt, Cláudia Peixoto de Moura, Cleusa Maria Andrade Scroferneker, Francisco Rüdiger, Jacques Alkalay Wainberg, Juremir Machado da Silva, Maria Helena Castro de Oliveira, Nelson Costa Fossatti, Rosane Palacci Santos, Souvenir Maria Graczyk Dornelles

Fanzines, uma experiência deliciosa!

Reproduzo texto do aluno Rafael Rodrigues:

Alunos de Jornalismo da Unitoledo realizam fanzines

Alunos do 3º semestre de Jornalismo da Unitoledo, de Araçatuba, fizeram uma apresentação de trabalho ontem (31) com o tema “Fanzines”. Após a exposição teórica, os alunos partiram para a prática durante a aula de Técnicas de Redação – Jornalismo Informativo, dirigida pela professora Ayne Regina.
O intuito da aula era mostrar na prática como são feito os Fanzines.





Sobre Fanzines
Originado nos Estados Unidos, em 1929, os fanzines tiveram uma grande importância na Europa nos movimentos culturais no ano de 1968. O primeiro Fanzine foi o The Comet, criado por Roy Palmer para o Science Correspond Club.



O nome Fanzine foi criado por Russ Chauvenet e significa Fanatic Magazine (Revista Fanática). Ela é editada pelos fãs de algum tipo de assunto, podendo ser política, histórias em quadrinhos ,ficção científica, poesia, música, feminismo, vegetarianismo, cinema, jogos de computador, carros, moda, games, dentre outros.
São resultados de esforços de pessoas que queriam veicular produções artísticas ou algum tipo de informação, para serem reproduzidas e enviadas para outras pessoas, fora das produções culturais e comerciais.
Os fanzines são econômicos, uma vez que eles não necessitam de editoras e são feitos artesanalmente. As publicações tinham uma pequena tiragem e intenso tráfico.


No Brasil
Com significado de independência, o primeiro Fanzine brasileiro foi o O Cobra, "Órgão Interno da 1.ª Convenção Brasileira de Ficção Científica" realizada entre 12 e 18 de Setembro de 1965 realizada em São Paulo, o primeiro a tratar sobre histórias em quadrinhos foi Ficção (Boletim do Intercâmbio Ciência-Ficção Alex Raymond), criado por Edson Rontani em 12 de Outubro de 1965 em Piracicaba, São Paulo, o Fanzine trazia textos informativos e uma interessante relação de publicações brasileiras de quadrinhos desde 1905.
Ocorre no Brasil, todos os anos, duas grandes convenções de fanzines:
"Fanzinecon" e "Fanzine expo",as duas são parte integrantes de eventos de anime/mangá.
"Fanzinecon" acontece dentro do evento "Animecon" e a "Fanzine expo" acontece dentro da "Anime Dreams" e "Anime Friends".

Atenção para concurso: jornalismo esportivo

Inscrições abertas para o Craque do Futuro
Estão abertas até 18/4 as inscrições para a 7ª edição do projeto Craque do Futuro, promovido pelo Grupo Lance! desde 2005 para premiar jovens talentos do jornalismo esportivo. Os estudantes selecionados na primeira etapa participarão da cobertura dos principais clubes de futebol do Brasil, e os três finalistas passarão uma semana conhecendo e vivendo o dia-a-dia da redação do Lance! em São Paulo ou no Rio de Janeiro, com todas as despesas pagas. Informações e inscrições: www.lancenet.com.br/craquedofuturo.