terça-feira, 17 de maio de 2011

Copa do Mundo: Vejam como o Brasil está sendo retratado na mídia internacional

Um amigo, Marcelo Alencar, me chamou a atenção para o material abaixo. É da ESPN sobre o Brasil, especialmente o Rio de Janeiro, como uma das cidades-sede da Copa do Mundo e Olimpíadas. Precisa ser lido/traduzido por vocês. Mas mesmo quem não entende inglês deve ficar atento à linguagem das fotografias, não é preciso nem muito estudo semiótico para ficar impressionado com o que elas dizem.
Façam ótimo proveito:


Leia aqui

Mãe de jornalista

A colaboração é da aluna Ariadne Bognar, do 3o. semestre de jornalismo no Centro Universitário Toledo de Araçatuba. Adorei!!!


Por Duda Rangel

Mãe de jornalista é mais preocupada do que todas as outras mães preocupadas do mundo. Meu filho, se for pro morro cobrir guerra entre polícia e traficante, não esquece de levar o colete à prova de balas, tá me ouvindo? Não quero filho meu pegando bala perdida por aí. Mamãe deixou o colete arrumadinho lá na sua cama.

Mãe de jornalista não tem noção da rotina do filho. Não, mãe, eu não tô na farra. Tô no pescoção, mãe. Isso, mãe, pescoção é trabalho. Pois é, mãe, jornalista trabalha até essa hora. Então, mãe, também não vai dar pra almoçar com a senhora no domingo. Vou estar de plantão. Por favor, mãe, não chora. Mãe?

Mãe de jornalista não entende o visual desleixado do filho. Há quantos anos você usa essa calça? E esse All Star todo sujo? A barba, meu filho, faz a barba! Parece um mendigo!

Mãe de jornalista adora comparar a filha jornalista com o filho médico. Você poderia muito bem ter feito como o seu irmão, o Pedro Paulo, e seguido a profissão do seu pai. Filha, aquele consultório o seu pai construiu pra deixar pra vocês dois! Ainda dá tempo de mudar, filha! Esquece essa coisa de lutar por um mundo melhor e faz como o Pedro Paulo.

Mãe de jornalista também tem orgulho da filha. Recorta tudo que é matéria publicada no jornal. Coleciona, mostra pra família, pras amigas invejosas. Ou fica sentadinha na frente da TV, joelhos colados, mãos sobre as coxas. Não perde um instante da entrevista da filha, com não sei quem, sobre sei lá o quê. Pela tela, faz cafuné na cabeça da moça. Os olhos num aguaceiro só.

Michelle, dedicação e amor

O jornalismo como forma de dedicação e amor
O jornalismo é uma área de grande importância e não se resume apenas em lidar com noticias, dados e informações. Ser jornalista é uma questão de estado de espírito, de como se lida com a erupção do dia a dia. Após a “queda” do diploma, cursar jornalismo se tornou mais interessante, porque agora, estar nesse curso e profissão exige muito mais amor, não só o velho fazer por fazer, mas dedicar-se a levar o mundo todo para as pessoas que não conseguem acessá-lo, os questionamentos “Para quê?” e “Por quê?” dessa área não possuem contornos bem delimitados, mas em um primeiro momento podem ser esclarecidas com simples respostas: “Levar” o Mundo as pessoas que vivem nele, satisfazendo assim, não só as próprias necessidades, mas também a dos semelhantes. E porque, fazer o que se gosta proporciona um prazer e bem-estar inigualáveis.

Nathany Sotini, guardem este nome



Jornalismo para esta que vos 'fala' veio praticamente de maneira involuntária desde a infância.
Caro leitor, acreditaria se dissesse que quando menina, subia em palanques, aos nove anos de idade, e defendia o candidato a prefeito do município de Castilho daquela época - Joni Marcos Buzachero – com unhas e dentes, na maior empolgação, como se estivesse defendendo a própria vida? Era de se admirar. Por outro lado, as humanas foram áreas onde tinha intimidade e identificação, principalmente com a área da comunicação, em redações, interpretações, leituras, debates etc. Por todas essas razões estou certa de que o jornalismo faz parte da minha vida.

Gabriel Garcia Márquez, ao responder a pergunta: Por que fazer jornalismo?, disse de uma maneira muito sábia e de quem tem conhecimento de causa: “Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.”.

Para que fazer jornalismo?
Não se pode deixar de lembrar que jornalismo primeiramente serve para formar e informar uma sociedade no mundo de globalização onde a informação é um elemento de fundamental importância.
Tristão de Ataíde disse que “O jornalista medíocre informa para informar. O autêntico jornalista informa para formar”.
Apesar da queda do diploma para se exercer a função de jornalista deve se levar em conta que o curso prepara o profissional para exercer bem e com ética a profissão.
O jornalismo é a profissão que não dorme... Toda hora é hora, o mundo não para, notícias e mais notícias, furos de reportagem...
A correria dentro de jornais, revistas, rádios, TVs para levar informação as pessoas, o amor pelo jornalismo, a vontade de ajudar, mudar e formar uma sociedade melhor.

Daniele Lessi, simples assim

Sempre quis fazer jornalismo por seu imediatismo e instantaneidade; por ser rico em informações por levar a sociedade aos fatos acontecidos do outro lado do mundo. A comunicação massiva que existe no jornalismo é de maneira rápida, diversificada e ampla. Fazer jornalismo para poder mostrar ao público a capacidade e o detalhamento das informações que nós jornalistas podemos oferecer.

Caio Carvalho, por um mundo melhor



Os apresentadores e repórteres de telejornais locais me chamavam a atenção. No rádio, a curiosidade era a mesma com os locutores. Sempre tive muita vontade de estar nesses locais, participar daquilo. Nas primeiras séries, a brincadeira preferida era fazer matérias na escola, ao lado de algum voluntário, que eu pedia para segurar a "câmera", construída com caixas de papelão, de sabonete e pasta de dente. No meu quarto de casa, havia até “estúdio”. Os ouvintes eram meus pais, e em dias de festas de aniversário, até os familiares. Sinceramente, não sei de onde vem esse interesse pelo jornalismo. Fato é que sempre gostei. Os anos me mostraram que essa área não é constituída apenas por repórter e espectador. O verdadeiro profissional pode ajudar a construir uma sociedade melhor. Sou apaixonado por fazer jornalismo e esse é um dos sentidos que me move.

Caio Carvalho, aluno do 3o. semestre de jornalismo no Centro Universitário Toledo de Araçatuba

Lucas Matheus, nascido para o jornalismo





“Faço jornalismo porque, simplesmente, esta profissão nasceu comigo. E não é exagero não! Descobri esta vocação quando ainda era criança. Aliás, nunca soube explicar porque aos 11 anos já discutia política e falava sobre jornalismo como se fosse adulto. Isso nunca me afastou dos carrinhos, desenhos e outras brincadeiras típicas de um garoto. Porém, devo confessar que, atrelado a isso, costumava falar sozinho em frente ao espelho como se estivesse na TV, escrevia textos e brincava de ser locutor de rádio. Está aí a resposta para a pergunta: faço jornalismo porque não há profissão mais gratificante. Não tem outra explicação, é uma qualidade natural. Para que faço jornalismo? Para oferecer às pessoas, através do meu trabalho, o direito de pensar, agir e reivindicar. Para ser o porta-voz de quem, muitas vezes, é enganado descaradamente”.
Lucas Matheus de Carvalho, 19, estudante do 3º semestre de jornalismo pelo Centro Universitário Toledo.