segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A criatividade do título

A mesma notícia é manchete no jornal carioca O Globo e no O Estado de S. Paulo (SP). Na sua opinião, qual a mais criativa? E a mais conservadora?






E por falar em jornalismo opinativo...

Do Mídia Mundo: http://www.midiamundo.com/

Quando um jornal decide colocar seu editorial na capa, significa que naquele dia a opinião a ser divulgada é de extrema importância. Afinal, está na página principal, no cartão de visitas do jornal.
Para as colunas vale a mesma regra. Não é o caso de O Estado do Maranhão (São Luís, MA) ou de A Tarde (Salvador, BA).

Aos domingos os dois jornais publicam colunas sem qualquer importância para o leitor. No OEM, é a Coluna do Sarney, um espaço absurdo para que o ex-presidente (e acionista do jornal) fale de seus feitos quando esteve no Planalto, das "maravilhas" de sua filha governadora e ainda para dar puxões de orelha nos seus inimigos políticos, como o prefeito de São Luís, João Castelo.

Já em AT o espaço é para a opinião de um dos sócios do jornal, Renato Simões, que escreve diretamente do Rio de Janeiro, onde vive. Os assuntos são tão estranhos e desconectados do dia a dia dos baianos, que há quem diga que a coluna serve para provocar boas risadas no fim de semana.

De qualquer forma O Estado do Maranhão e A Tarde poderiam pensar um pouco mais no leitor. Editorial na capa existe para quando o assunto assim merecer.
Ou vira paisagem, sem qualquer relevância.




Slogans aplicados ao jornalismo

Post do blog Desilusões Perdidas. Contibuição de Ariadne Bognar.

A primeira matéria a gente nunca esquece. (Valisère)

Jornalista é fresquinho porque trabalha em Cultura? Ou trabalha em Cultura porque é fresquinho? (Tostines)
Dúvida por quê? Plantão é sofrê. (Ypê)
Porque a pauta é agora. (Visa)
QI. É melhor... ter. (Bradesco Seguros)
Existem razões para acreditar: os jornalistas fodidos são maioria. (Coca-Cola)
Quem disse que não dá? Com carteirada dá! (Fininvest)
Pescoção, lugar de gente infeliz. (Pão de Açúcar)
O tempo passa, o tempo voa e a censura contra a imprensa continua numa boa. (Bamerindus)
A cerveja é a nossa energia. (Petrobras)
Faculdade de jornalismo: 1001 inutilidades. (Bombril)
Reclamo muito de tudo isso. (McDonald´s)
Apaixonados por boca-livre, como todo jabazeiro. (Postos Ipiranga)
Existem empresas de comunicação que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe a matéria paga. (MasterCard)
Johnnie Reporter, keep working. (Johnnie Walker)

Literatura e jornalismo





Grupo de alunos e professores da escola Genésio de Assis na Livraria Nobel
 



Eu, ladeada por jovens deliciosamente curiosos
 


O secretário da Cultura de Araçatuba e escritor, Hélio Consolaro

Estas imagens são do 1o. Encontro de Escritores promovido pela escola estadual Genésio de Assis, de Araçatuba, na última quinta-feira, dia 11, na Livraria Nobel de Araçatuba. Iniciativa maravilhosa!
Os estudantes, de várias séries, apontaram, durante pesquisa na unidade escolar, que gostariam de trabalhar com a escrita. As professoras, apoiadas pela direção e coordenação, levaram os jovens para um lugar adequado, bonito, agradável, e por horas eles puderam ouvir sobre literatura e jornalismo.
Professor Hélio Consolaro,  secretário da Cultura e escritor, respondeu a muitas perguntas sobre o seu trajeto literário. Eu, na condição de jornalista, professora universitária e coordenadora do programa educomunicativo Ler para Crescer, respondi as dúvidas sobre jornalismo. Uma tarde pra não esquecer!

Profissionais responsáveis: Coordenadora da escola: Patricia Savoia Orsatti, Larissa Gravata da Costa. Diretora: Darlene Menegassi. Professoras envolvidas no projeto: a vice-diretora Ana Paula Cintra e a professora Claudia Colli