terça-feira, 27 de setembro de 2011

Artigo: Internet: Problema e Solução

Por Maiara Bombi

Livros, seminários, almanaques entre outros materiais servem como apoio nos estudos. Mas, após a chegada da Internet, a vida de muitas pessoas mudou. A demora na biblioteca, por exemplo, é algo difícil de acontecer já que a web fornece infinidades de informações.

artigo: A acomodação efetiva

Por Fernanda Souza

Em pouco tempo de atuação na área pública, percebo que cada vez em maior proporção, o que trava as políticas públicas não são somente os interesses de seu governante, mas a preguiça da classe funcional efetiva. Os funcionários que por processo seletivo se efetivaram em determinados cargos e com a garantia de que ‘não podem ser exonerados’ atrasam ou bloqueiam os trabalhos por mera acomodação.

Artigo: O (des)interesse cultural em Araçatuba

Por Ana Paula de Araripe Souza


Se tem disponível, por que não usufruir? É o questionamento que deveríamos fazer sempre que encontrássemos eventos culturais parcialmente vazios. Ao contrário da maioria das cidades do país, Araçatuba recebe um número acima da média de atrações que promovem a reflexão e a educação. A população, no entanto, não aproveita as oportunidades, mesmo sendo gratuitas.

Artigo: Amor maternal

Por Gabriela Mazzo

Amor, um sentimento complicado, essa é a palavra exata para definir algo que está lado a lado com você, seja em sua vida pessoal, particular, ou até mesmo no trabalho.
Quando se fala nessa palavra, logo vem na cabeça a relação entre um homem e uma mulher. Mas não é isso que vai ser discutido nesse artigo. O artigo vai mostrar esse sentimento tão inexplicável entre uma mãe e um filho.

Artigos: Os discos que (não) vendem mais.

Por Leonardo Moreno

O que se ouve por ai? Não, não estou falando de fofoca, faxina no governo, conflitos no Oriente Médio, taxa de juros ou crise internacional.
O que violenta nossos ouvidos é um tal de sertanejo universitário, que, na prática, não é sertanejo e tão pouco universitário. Há quem explique que é este seu público e assim tente justificar o termo, mas este gênero ultrapassa as paredes dos botecos próximos aos campus, das repúblicas e boates burguesas. O ritmo domina a programação das rádios, que não têm os universitários como público alvo, mas uma classe C e D que ainda é minoria no ensino superior.

Artigo: Clientelismo do Poder

Por Beatriz Aparecida Alves Bugiga do Nascimento

O Brasil é um país de relações personalistas e o poder do indivíduo é de forma pessoal. Não existe definição de onde começa o público e termina o privado. Na realidade, o que prevalece é a cultura do favor entre o governo e as oligarquias.

Sala Aberta

Por Ayne Salviano


Os filósofos segregaram os sofistas por venderem conhecimento. Não levaram em conta que eles ajudaram a disseminar o saber e, desta forma, oportunizaram a melhoria das condições de vida de milhões de pessoas das gerações futuras.

INDÚSTRIA CULTURAL

Quando autores renomados de literatura mundial passaram a publicar suas obras em capítulos nos jornais, lá pelo século 19, sofreram críticas severas porque estariam banalizando a arte de escrever. Naquela época, publicar livros era algo muito difícil e poucos conseguiam, por isso encontraram novos meios. Os críticos não entenderam que foi neste momento que a cultura ficou acessível para uma maior camada da população, que pôde descobrir os romances, contos, poesia. Hoje, ninguém em sã consciência defenderia que a cultura deve ser para poucos privilegiados.

MASSIFICAÇÃO

Quando a notícia tornou-se um produto à venda e os veículos de comunicação tornaram-se ‘de massa’, houve quem também estrilasse. Pouca gente entendeu, naquele momento, que apesar das indústrias da comunicação, a disseminação da informação é capaz de gerar conhecimento, senso crítico e cidadania, basta capacitar o público para ser o quinto poder, aquele que governa Executivo, Legislativo, Judiciário e imprensa.

JORNAL E EDUCAÇÃO

Quando a ANJ (Associação Nacional de Jornais) lançou, em 1992, o PJE (Programa Jornal e Educação) houve quem pensasse pequeno e acreditasse que tratava-se apenas de uma estratégia de marketing para atrair leitores para que eles não abandonassem a leitura do jornal de papel, já que a internet crescia com seus sites e blogs. Não perceberam que ao introduzir esta nova ferramenta na escola, capacitando professores e dando voz aos alunos, a entidade estava ajudando uma área carente que se rebate diariamente em modelos que não têm mais atraído a atenção dos estudantes, que não aceitam mais o ‘cuspe e o giz’, mas principalmente a imobilidade.

FOLHA NA SALA

Entretanto, quando a Folha da Região lançou seu braço social no projeto educacional Folha da Região na Sala de Aula, em 1994, muitos foram os apoiadores da ideia, que por anos trabalharam com a saudosa professora Lúcia Maria Piantino. Educadores e empresas, em número crescente desde então, conseguem enxergar no trabalho um apoio para os profissionais na sala de aula. E não importa que os estudantes estejam no ensino infantil ou no superior, há atividades e incentivo para todos.

LER PARA CRESCER

Em agosto, o agora Ler para Crescer levou a experiência do trabalho com os educadores de Araçatuba e região para o Encontro Nacional de Coordenadores dos Programas de Jornal e Educação da ANJ, ocorrido em Salvador e já citado neste espaço. A minha apresentação para representantes de todas as regiões do país foi muito aplaudida, em especial o trabalho desenvolvido com crianças da educação infantil, que ainda não sabem ler, mas já fazem trabalhos com jornais (e não se trata de artesanato!). As escolas ligadas à Secretaria Municipal de Educação e algumas particulares realizam atividades maravilhosas de contação de histórias, teatro, textos orais, entre outros, a partir das páginas da Folha e do Nossa Vez!. Muitos destes profissionais já compartilharam suas experiências e aprenderam outras nos cursos gratuitos de formação continuada para professores do programa que acontecem desde o ano passado.

DOCUMENTADO

Todo trabalho do Ler para Crescer é documentado, com imagens e palavras. Os encontros com educadores têm justificativa, objetivos, metodologia e atividades. Os cursos são certificados. Em Araçatuba, a Diretoria de Ensino cuidou para que a própria Secretaria do Estado certifique seus professores que estão em aulas, desde o início do segundo semestre, todas as quartas-feiras. Encontros muito prazerosos, diga-se de passagem.

PERSPECTIVA

Todas as ações, orientadas pela ANJ, são tão sérias que os PJEs do País estão mais próximos do MEC e que ninguém se admire se houver parceria formal, em nível nacional, para capacitar professores.

CONSTRUÇÃO

Apesar de todas as conquistas, nosso trabalho está permanentemente em construção. Sempre há o que aprender, sempre há o que melhorar. E todas as ideias são bem-vindas, de educadores, estudantes e da sociedade como um todo. Fica então o convite para todos os educadores: participem das atividades e, depois sim, podem comentar. O contrário é (pre)conceito tão inválido quanto ideias simplistas do passado.






Modelo de assessoria de imprensa

Reconhecimento


Jornalistas premiam assessoria de imprensa da PUC-SP

Profissionais de todo o Brasil escolhem equipe da Universidade como a mais eficiente na área

O Núcleo de Jornalismo e Assessoria de Imprensa (Divisão de Comunicação Institucional, DCI) foi apontado como a melhor assessoria de imprensa do Brasil na área de Educação. O reconhecimento foi dado à PUC-SP e sua equipe de jornalistas pelos profissionais da imprensa que participaram da pesquisa As Empresas que Melhor se Comunicam com Jornalistas.

Cobertura de guerra: prêmio ou castigo?

Por Marina Migliorucci

Durante a Semana Estado de Jornalismo, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de setembro, tivemos várias palestras sobre Redes Sociais. Cada dia era um tema. Quando o tema foi "Gerenciamento de Crises" ouvimos Mauro Lopes, da MVL Comunicação e um dos organizadores/idealizadores da primeira Semana Estado, falar sobre a crise da Gol quando o avião caiu, a palestra foi simplesmente fantástica.
E sobre "Como prever crises em Redes Sociais" assistimos palestra com Manoel Fernandes da Bites.com, uma empresa que faz planejamento estratégico para as redes. Mas, na minha opinião,  mais chocante e a que prendeu atenção de todos não falou sobre redes sociais, aliás pelo jeito Adriana Carranca, repórter especial do Estadão, nem tem muito tempo para isso. Ela foi correspondente internacional em diversos lugares e as crises que ela comentou foram sobre países que enfrentam sérios problemas como Haiti, Irã, Iraque, Afegãnistão, Palestina, etc e etc.
No final da palestra tivemos a oportunidade de conversar mais com ela, foi ai que eu lembrei de uma aula de Técnicas de Redação: Jornalismo Informativo, cobrir guerras e terremotos é prêmio ou é castigo. Eu vi que tinha a oportunidade de perguntar isso para uma pessoa que viveu na pele emoções que com certeza jamais serão esquecidas. Perguntei. Com um sorriso doce e depois com uma risadinha agradável ela respondeu: É vontade. É preciso ter vontade para estar nesses lugares, senão fica dificil conseguir ficar lá durante toda a crise.

Sempre tive dúvidas sobre isso, se seria prêmio ou castigo. Porque eu sou muito medrosa, sempre tentei me imaginar.. mas só me imaginava chorando no Iraque com medo de bombas. Mas hoje, pensando bem.. acho que a Adriana tem razão, é preciso vontade e força. E quando você estiver lá, com toda vontade do mundo, você vai descobrir que foi um prêmio. Que você viveu experiências incríveis. Talvez, em situações como essa não valha a pena encarar como castigo. Pode ser bem pior.

Jornalista é fonte?

Texto de Marina Migliorucci:

Lá vou eu mais uma vez atormentar a querida professora que está em repouso. Mas não resisti, esse post realmente mexeu comigo. Sabe porque? Nós da Toledo temos mania de entrevistar jornalista. Aliás, não só os pobres estudantes de jornalismo, mas os profissionais formados também. E fiquei pensando: Será que isso é mania de Araçatuba?
Bom, a prova viva de que jornalistas para nós são fontes está no nosso Telejornal Universitário, tanto 15 Minutos quanto o Central Toledo. Sempre recorremos uns aos outros para dar entrevista. É claro que depende do assunto, se o jornalista for escritor de um livro e estiver falando do lançamento, ou algo do tipo, ou se ele for especialista em algo, mas sempre vai existir alguém mais especialista no assunto que o jornalista, não é?
Foi ai que eu cai naquela história: não tem que entrevistar amigo ou conhecido. Poxa, assim é facil de achar fonte! E voltei para aquela, jornalista não é fonte, acho que precisamos tirar isso da nossa cabeça imediatamente. Enfim, estou confusa, mas você me entendeu?

Texto do post que inspirou a Marina:

Jornalista que entrevista jornalista


Posted on setembro 22, 2011 / by alecduarte

Ainda ontem falei sobre uma categoria de jornalista, aquele que não gosta de notícia, e acabei me lembrando de outra tão ruim quanto: o jornalista que entrevista jornalista.
De novo, tenho de citar o exemplo o esporte e as criativas intervenções travestidas de apuração exclusiva de um mesmo veículo que, em seu momento, coloca o jogador Neymar em clubes distintos.
Repare como surgem nomes de outros repórteres no meio de um dos textos, evidenciando que a “apuração”, na verdade, não passa de fofoca não fundamentada.
Ora, se a matéria-prima principal do jornalismo é a informação exclusiva, me diga você o que uma conversa com um jornalista irá acrescentar do ponto de vista do que já foi publicado. Pois é, nada.
Esqueça que existe gente como você. Jornalista não é fonte.

Minha intervenção:
Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar. Por princípio, não gosto de colegas que entrevistam colegas ou parentes e amigos de colegas, do tipo - me ajuda com uma fonte fácil. Parto do princípio que desta maneira fazemos um movimento autofágico. Mas há exceções, quando um jornalista torna-se membro de uma acdemia de letras, quando um jornalista é personagem (como os colegas que sobreviveram a sequestros), aí não há como evitar, ele é protagonista, independentemente de ser jornalista. O que acham, colegas?

Secomt - Imperdível!

Anualmente,o curso de jornalismo do Centro Universitário Toledo de Araçatuba realiza sua semana de comunicação. A programação tem melhorado ano após ano. A de 2011 está imperdível. Programe-se e compareça!

11ª Secomt – Semana de Comunicação Toledo


Quando: 3 a 7 de outubro (de segunda a sexta-feira) às 19h30.
Onde: Núcleo de Prática Jurídica (prédio 1)
Tema deste ano: “Diversidade constrói formação”
Pastas: no primeiro dia do evento, todos os alunos vão receber pastas personalizadas (contendo bloco de anotações, caneta e folheto com a programação).

Programação:

3/10 – 2ª feira
Reportagem e diversidade cultural
André Julião
(jornalista da revista Isto É e colaborador da National Geographic e Rolling Stone)

4/10 – 3ª feira
Direito e jornalismo: interesse público, liberdade e libertinagem de imprensa
Ricardo Muniz (professor da Cásper Líbero e editor de mídias científicas da Unicamp; foi repórter de economia da Exame.com, subeditor do jornal O Estado de S. Paulo e editor no portal G1)

5/10 – 4ª feira
TV Web: a revolução na internet
Marcelo Dias (apresentador do programa Notícias do Campo do SBT Interior; foi consultor de TV Web da
Editora Abril, onde realizou trabalho de consultoria de conteúdo e linguagem para as TVs das revistas Veja, Contigo e outras; é pós-graduado em Comunicação Midiática pela Cásper Líbero e tem passagens pela Band)

6/10 – 5ª feira “Assessoria de Imprensa no Bope” Capitão Marlisa Neves
(chefe da seção de comunicação social do Bope - Batalhão de Operações Policiais Especiais - da Polícia Militar do Rio de Janeiro; formada em Jornalismo e em Rádio e TV pela UFRJ, possui especializações na área de segurança e preparação do Bope)

7/10 – 6ª feira
“Radiojornalismo: dinamismo e credibilidade online com o ouvinte” Luciana Freitas (chefe de redação da Rádio Estadão ESPN, acumula 17 anos de experiência em rádio)

Formato da programação: as palestras começam às 19h30. Os palestrantes foram orientados a falarem por um hora. Depois, abriremos para pergunta. Não haverá intervalo (por isso, vamos começar às 19h30).

Provavelmente o evento acabe por volta de 21h20. Depois, é possível conversar com os palestrantes e
tirar fotos.