quarta-feira, 28 de setembro de 2011

“Escondido é mais gostoso”

Por Marina Migliorucci

Não sou tão velha assim, tenho 19 anos. Meus pais nunca me influenciaram a beber. Ao contrário de muitos outros que infelizmente seguem a filosofia “é melhor beber na minha frente do que nas costas”. Meus avôs eram alcoólatras e meus pais sempre fizeram questão de reforçar essa parte da história da minha família com medo de que se eu começasse a beber cedo acabasse seguindo o mau exemplo dos meus avôs.

Artigo: A corrupção na mesa do brasileiro

A história do Brasil é marcada desde o seu descobrimento pela constante corrupção e indefinição do que é público e privado.

O mercado da droga e o domínio sobre o jovem

Por Bruna Bertolino
O uso de substâncias alucinógenas e entorpecentes se torna ato cada vez mais comum entre jovens da sociedade brasileira. Esse mal que tem consumido as pessoas parece se tornar invisível para a maior parte da sociedade, que ignora o problema e acaba o sustentando.

Artigo: Lar doce lar?


Por Rony Menezes

Quando se pronuncia a palavra “lar” geralmente as pessoas imaginam uma casa familiar alegre, com paz e amor. Porém, na maioria das famílias brasileiras isto geralmente não acontece.

Artigo: Mídia X Moda

Por Letícia Mazarini
É possível descobrir muita coisa a respeito de uma pessoa apenas pelo modo que ela se veste, podemos ver quem ela é, o estilo de vida que leva, o que quer mostrar com a forma de se vestir, o que ela pensa, seus conceitos, e seu gosto.
Mas será que é realmente isso ou será que nos vestimos assim porque é o que a sociedade considera correto?

Artigo: A batalha vital da violência contra mulher

Por Amanda Monzani

Reduzir os índices de violência contra mulher no Brasil não se esquecendo de outros abusos contra a sociedade, como assaltos e roubos, diminuiria o problema do país. E como seria justo se o agressor pudesse custear de maneira absoluta todos os males provocados, não apenas pagando os merecidos trinta anos de prisão, que em geral nunca são totalmente cumpridos, mas também custeando todos os atos necessários para que a companheira tenha a vida reestruturada, como cirurgias corretoras e tratamentos psicológicos. Casos que exemplificam tais situações deploráveis não faltam. Que o digam as Eloás e Sandras Gomides, vítimas fatais de violência doméstica.