terça-feira, 13 de março de 2012

Desafio - Escrever sobre si mesmo: o pior dos pesadelos?

Primeira noite de aula no 3o. semestre do curso de Comunicação Social - Jornalismo do Centro Universitário Toledo. Apresentação do plano de ensino da disciplina Jornalismo Informativo. Atividade motivadora (para conhecer a turma). Eles tiveram 15 minutos para simular uma entrevista coletiva com a professora (eu) e depois escrever um breve perfil. Simples? Sim, foi. Mas este foi só o "esquenta". O desafio foi como 'tarefa' pra casa: pensar e escrever o próprio perfil. Com vocês: Lenara Daniane Santos Mota.

Lenara Daniane Santos Mota, 19 anos, estudante de jornalismo no Unitoledo de Araçatuba. Mora na cidade de Castilho há um ano e oito meses, fora os outros anos pingados que morou na cidade devido o serviço do pai, que sempre trabalhou em barragens e tinha que estar mudando com frequência. Atualmente faz estágio no jornal do município, “Agora Notícia”, e escreve matérias para o site “starsnet.com.br” , meios de comunicação que partilham o mesmo dono. Apesar de saber se comunicar com as pessoas muito bem, é um tanto tímida, prefere observar primeiro. Mas a timidez não se torna um problema no trabalho.



Apaixonada pela dança em seus diversos ritmos, ballet, dança do ventre, um pouco de street e jazz. Ela não tem certificado nenhum, mas já praticou todos os ritmos citados e antes mesmo de se interessar pelo jornalismo quis fazer educação física, mas achou melhor tomar a dança como hobby.


Um defeito? Sabe ser boa que chega a ser boba, mas ela tem mostrado que aprendeu ser dura quando necessário. Não gosta de esperar pelo outros porque sabe que é frustração na certa.


Ah! Depois que descobriu que trabalhar é um bem cansativo, mas necessário, não parou mais. Pois cansa, cansa muito, mas ela ama a correria do seu dia a dia. Faz estágio e estuda durante a semana, viaja duas horas para chegar à faculdade, trabalha de garçonete nos fins de semana, além de dançar para bandas em festa de aniversário das cidades entre outros eventos. Embora não tenha a mesma flexibilidade de cinco anos atrás.


Uma coisa interessante é que mesmo nunca tendo se acostumado às diversas mudanças de cidade que a família fazia, hoje que está fixa, sente necessidade de viajar, mas ela não tem grana para isso. Uma vontade sua um tanto utópica, é de um dia poder passar em todas as cidades que morou. Vê se pode! Mas se contenta, se o destino a fizer reencontrar nesse mundão de Deus, algumas das pessoas que ela conheceu.










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